sábado, 7 dezembro 2019
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Um duelo em que a história coloca os treinadores como protagonistas – Esportes

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A entrada principal do Estádio La Bombonera, na Zona Portuária de Buenos Aires, tem um corredor formado por oito estátuas, quatro de cada lado, de jogadores que fizeram história com a camisa do Boca Juniors. Tetracampeão da Copa Libertadores pelo clube, o hoje treinador xeneize e ex-atacante Guillermo Barros Schelotto integra essa galeria, ocupando simplesmente o lugar ao lado de Diego Maradona.

A quarta Libertadores conquistada por Schelotto foi em 2007, quando ele participou apenas da fase de grupos. Antes dos mata-matas, foi para o Columbus Crew, dos Estados Unidos, pois não tinha mais o mesmo espaço no time na época dirigido por Miguel Angel Russo.

Alexandre Simões

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Na entrada principal de La Bombonera, em Buenos Aires, a estátua de Guillermo Barros Schelotto está ao lado da de Diego Maradona

Aquele foi o último título do Boca Juniors na competição. E é aí que Mano Menezes entra nessa história, pois a taça foi conquistada sobre o Grêmio, na época treinado pelo atual comandante cruzeirense, que surgia no futebol brasileiro com um belo trabalho no Tricolor gaúcho.

Schelotto não esteve em campo nas duas vitórias xeneizes (3 a 0 em Buenos Aires e 2 a 0 em Porto Alegre) na decisão de 2007, mas isso não impede que o jogo desta quinta-feira (4) possa ter para Mano Menezes um pouco do sabor da vingança. Uma eliminação deve provocar uma revolução em La Bombonera. O grande time montado para a disputa da Copa Libertadores de 2018, ainda reforçado na última janela de transferências, está longe de ter em campo o desempenho esperado e um futebol que transmita confiança.

Diante desse cenário, na Argentina não é descartada até mesmo uma demissão de Guillermo Barros Schelotto caso o seu Boca Juniors não consiga fazer valer no Mineirão, na noite de hoje, a enorme vantagem de 2 a 0 construída há duas semanas em La Bombonera.

DERROTAS

Numa entrevista, Mano Menezes disse que no futebol se perde muito mais do que se ganha. E isso é uma verdade incontestável, assim como a de que algumas derrotas doem mais, são mais difíceis de absorver.

E a primeira dessas que Mano Menezes sofreu em sua carreira, com certeza, foi a perda daquela final de Libertadores para o Boca Juniors, há 11 anos.

Na sua entrevista coletiva desta quarta-feira (3), na Toca da Raposa II, Mano Menezes garantiu que não ficou trauma algum daquela decisão.

“Eu li aí que eu vou tentar quebrar um trauma de 2007. Quero dizer que não tenho trauma nenhum de 2007. Joguei uma final e perdi. Até acho que fomos surpreendentemente até onde podíamos ir em 2007, não era nem para nós estarmos lá. Era para o Santos estar lá, do Luxemburgo, o São Paulo, do Muricy estar lá naquele lugar onde chegamos, mas nós tivemos a competência com o Grêmio de eliminarmos na trajetória e chegamos contra o Boca. Perdemos por que um perde e o outro ganha, não tenho absolutamente trauma nenhum. Aliás, trago ensinamentos de lá para estar aqui de novo, brigando por uma vaga na semifinal, é o que se aprende em jogos grandes, contra grandes adversários, espero ter aprendido bastante para escrever a história um pouquinho diferente. É o que vamos fazer”, afirma Mano.

Não se pode comparar quartas de final com decisão de título. Mas também não se pode tirar do jogo de hoje o potencial de revanche que ele tem para o treinador cruzeirense, por mais que ele prefira não admitir isso.

 

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