quinta-feira, 21 novembro 2019
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‘Treinadores estão procurando se capacitar’, afirma coordenador da CBT – Esportes

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Ao mesmo tempo em que tenistas brasileiros buscam treinadores estrangeiros, a Confederação Brasileira de Tênis (CBT) exibe prestígio internacional em seus processos de capacitação de novos profissionais da área. A entidade ostenta o grau máximo de certificação – nível ouro – segundo avaliação da Federação Internacional de Tênis (ITF, na sigla em inglês).

Além do Brasil, outros 17 países ostentam esta avaliação como Austrália, Espanha e França. Esta certificação, realizada em abril deste ano, tem validade até dezembro de 2020 – há ainda os níveis prata e bronze. “Nosso programa de capacitação é muito consolidado. Se temos o nível ouro é porque nossa estrutura, nossos materiais, programação e estudos têm nível muito bom no Brasil”, disse César Kist, coordenador do departamento de capacitação da CBT.

De acordo com números da CBT, os 24 cursos oferecidos pela entidade, divididos em sete módulos, contaram com 489 participantes neste ano. Somando estas aulas a estudos mais avançados, congressos e workshops, o número de frequentadores de atividades de capacitação da entidade em 2018 foi de 1.429.

Kist garante que, apesar do ainda baixo número de técnicos brasileiros de alto nível, não falta demanda pelos cursos promovidos pela entidade. “Há procura por parte dos treinadores em se capacitar. E isso representa saúde para o tênis porque a mola propulsora do esporte sempre vai passar pelo técnico”, afirma o ex-jogador e ex-treinador, em entrevista ao Estado.

Contudo, ele evita apontar um crescimento na demanda. Kist explica que é difícil medir a procura e comparar períodos e épocas diferentes porque estes cursos de formação são constantes e muitas vezes o mesmo profissional participa de diversos módulos oferecidos pela CBT.

“Não existe uma formação linear, um curso que forma sozinho um novo treinador. O estudo é contínuo. O que fazemos é conscientizar o profissional de que, além da sua bagagem pessoal, é preciso continuar estudando. Muitos já querem fazer o curso assim que deixam de ser tenistas. Outros esperam mais. Depende muito da escolha pessoal”, explicou.

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