sexta-feira, 18 outubro 2019
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Teste: Toyota Yaris segue passos do Corolla, mas assusta pelo preço – Primeiro Plano

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Com a abertura das importações, no início dos anos 1990, choveram novas marcas no mercado brasileiro. Entre elas a Toyota. Tecnicamente, não era uma marca nova, pois fabricava o valente Bandeirante e nada mais. Mas é bem verdade que, assim como a Honda, ela conquistou a confiança do consumidor e quando passou a produzir o Corolla em Indaiatuba (SP) tornou-se referência de qualidade.

A boa fama dos Toyotas vem se confirmando ao longo dos anos. A marca tem se lambuzado nela, não apenas do líder absoluto entre os médios, mas também na picape Hilux. 

O bom nome se estendeu para o incompreendido Etios. Ele só não vende mais por ser feio e ter aquele painel central (economia porca de um carrinho global que deve atender mercados com mão inglesa). Agora a fama se derrama sobre o Yaris.

Testamos a versão hatch XLS (R$ 81.990). Trata-se da opção topo de linha, que concorre com Polo, Argo, Fiesta, 208 e até mesmo com o Fit. Mesmo que o Honda seja monovolume, há quem o considere concorrente pelo fator preço por serem japoneses.

O carro

O Yaris chegou ao mercado em junho passado e anotou 18,6 mil unidades, de acordo com o balanço da Fenabrave. Números que não ofuscam os desempenhos de Polo, Argo e do Fit, mas foi superior aos de Fiesta e 208.

Em janeiro, repetiu as mesmas 2,8 mil unidades licenciadas de dezembro, volume que tem se mantido estável desde o lançamento. Trata-se de um comportamento bem diferente do Etios, que mês passado vendeu só 1,3 mil unidades. 

Uma das vantagens do Yaris em relação ao Etios está no desenho. O Yaris tem linhas mais arrojadas, com uma seção frontal bem mais agressiva da adotada em seu irmão menor. Num mercado onde beleza é o segundo fator de decisão, faz todo sentido.

Raio-x Toyota Yaris XLS 1.5 CVT

O que é?

Hatch compacto, quatro portas e cinco lugares.

Onde é feito?

Fabricado na unidade de Indaiatuba (SP).

Quanto custa?

R$ 81.990

Com quem concorre?

Chega para disputar mercado no segmento de hatches compactos. A versão XLS concorre com Fiat Argo Precision 1.8 AT (R$ 70 mil), Ford Fiesta SEL 1.6 (R$ 58 mil), Peugeot 208 Griffe 1.6 AT (R$ 74.990), Volkswagen Polo 200 TSI Highline 1.0 AT (R$ 72 mil). E para quem quiser matar a curiosidade, podemos escalar o Honda Fit EXL 1.5 CVT (R$ 83.300).

No dia a dia

A versão topo de linha do Yaris se destaca pelo pacote de conteúdo embarcado. Assim como o Fit e o 208, ele é ofertado com pacote fechado. Sua lista de conteúdos tem bancos e volante revestidos em couro, direção elétrica, computador de bordo, ar-condicionado digital, partida sem chave, multimídia (USB, Bluetooth, câmera de ré e reprodutor de aplicativos do telefone), trio elétrico (vidros, travas e retrovisores elétricos), retrovisores com rebatimento elétrico, retrovisor interno fotocrômico, teto solar elétrico, além de rodas de liga leve aro 15, faróis de neblina e seis airbags.

O espaço interno é bom e o assoalho plano é um alento para o passageiro que viaja no centro. O porta-malas de 310 litros resolve bem, mas não se deve abusar da bagagem pois é um tanto raso.

É um carro que se porta como um Corolla, tudo funciona como deveria funcionar, mas falta tempero. Resolve, mas não encanta. Na cidade é satisfatório, graças à caixa CVT que torna a condução bem suave. Mas como foi dito falta um pouco de pimenta em seu comportamento, demasiadamente pacato.

Por outro lado, a montagem é impecável, assim como o isolamento acústico. Tudo isso ajuda a transmitir uma boa sensação de conforto a bordo.

Motor e transmissão

O motor 1.5 de 110 cv e 14,9 mkgf de torque é o mesmo que equipa o Etios. Ele entrega boa força em baixa rotação, o que faz dele um carrinho valente. A caixa CVT é a mesma do Corolla, com emulador de sete marchas. A sétima só entra mesmo em velocidades elevadas. 

A caixa se comporta bem na cidade, mas na estrada (e com peso) oscila muito, buscando uma faixa de torque ideal. O melhor é mudar para o modo manual e gerenciar as marchas nas borboletas. 

Como bebe?

Abastecido com álcool, a média de consumo na cidade foi de 6,7 km/l. Na estrada, registrou 10,2 km/l com combustível verde. 

Suspensão e freios

O Yaris tem suspensão simples: McPherson na frente e eixo rígido atrás. O acerto é bom e privilegia o conforto, mas tem curso elevado para dar conta da buraqueira, o que acaba penalizando a estabilidade. Em curvas mais rápidas, a carroceria tende oscilar, mesmo com o auxílio dos controles de tração (TC) e estabilidade (ESP). Já os freios contam com disco na frente e tambor atrás, além de assistente de partida em rampa (Hill Holder).

Pontos positivos

Conteúdo

Acabamento e montagem

Pontos negativos

Consumo

Desempenho

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