domingo, 13 outubro 2019
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Sífilis cresce 30% em Minas – Saúde

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Os casos de sífilis explodiram em Minas Gerais em 2018. De acordo com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), houve um aumento de 30,49% dos infectados pela doença sexualmente transmissível no ano passado – 14.457 – em relação a 2017 – 11.079. Levantamento da SES mostra que em 2019, até o último dia 14, foram 176 casos.

Para conter o avanço da doença, especialmente no Carnaval, época em que algumas pessoas ficam mais liberais com relação ao sexo, a orientação é uma: usar camisinha.

“A principal forma de prevenção à sífilis é utilizar o preservativo, seja ele masculino ou feminino, em todas as relações sexuais, sejam elas vaginais, anais ou orais”, alerta a coordenadora de IST/Aids e Hepatites Virais da SES, Mayara Marques.

As camisinhas, que também previnem todas as outras DSTs, podem ser adquiridas gratuitamente nos postos de saúde do Estado.

 

TIPOS DE SÍFILIS

A doença é caracterizada por feridas nos órgãos genitais, erupções pelo corpo e nas mucosas, danos no cérebro, medula espinhal e vasos sanguíneos. No caso da sífilis adquirida, 95% dos casos ocorrem devido ao contato com as lesões nos órgãos genitais.

No caso de gestantes, há probabilidade de a doença ser transmitida para o feto, caracterizada pela transmissão vertical, principalmente entre a 16ª e a 28ª semana de gestação.

“É imprescindível que a gestante realize todos os exames de pré-natal, pois são por meio desses exames de rotina, tratamento adequado da paciente e o devido uso do preservativo que a infecção no recém-nascido será prevenida”, pondera Mayara Marques.

Já a sífilis congênita se dá quando há a transmissão da doença para o bebê durante a gravidez, por falta de tratamento adequado. “Na ausência de tratamento, a transmissão vertical da sífilis é elevada. Entretanto, o diagnóstico e tratamento oportuno são altamente eficazes e reduzem a transmissão em até 97%”, explica a coordenadora.

 

SINTOMAS

Os sintomas da doença variam de acordo com o estágio em que ela se encontra no organismo do paciente. Na primeira fase, é caracterizada por uma úlcera, geralmente única, que ocorre no pênis, vulva, vagina, colo uterino, ânus e boca.

Já a fase secundária surge, em média, entre seis semanas e seis meses após a infecção. Nesse caso, podem ocorrer erupções, principalmente no tronco.

A fase terciária se manifesta na forma de inflamação. Nesse caso, é comum a doença atingir o sistema nervoso e cardiovascular.

A penicilina é considerada o medicamento eficaz para tratamento da sífilis, em qualquer fase da doença e está disponível à população nas Unidades Básicas de Saúde (UBS).

*Com Agência Minas

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