sábado, 19 outubro 2019
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Preto, azul e vermelho: duelo Atlético x Cruzeiro soma 46 expulsões nos últimos 50 clássicos

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Além do torcedor cruzeirense Rafael Padovani, do “domingo tem mais”, a final entre Atlético e Cruzeiro no Estadual 2018 também será lembrada pela expulsão de Rómulo Otero aos 21 minutos do primeiro tempo da finalíssima. Mais uma, entre tantas que marcaram o clássico nos últimos 10 anos. 

O Galo ainda teria outro jogador retirado do jogo – Patric – mas com efeitos menores. Num clássico que chegou ao seu auge em 2014, com ambos campeões nacionais, ainda há muita rivalidade entre os jogadores, que montaram coleção de cartões vermelhos, quase que numa média de um por partida.

Recortando um período dos últimos 50 duelos entre alvinegros e celestes, de abril de 2008 a abril de 2018, a arbitragem do clássico expulsou 46 vezes algum jogador de campo. Foram 22 atletas que vestiam preto e outros 24 do lado azul. 

Houve expulsão recorde, quatro vermelhos no mesmo jogo, cartão que valeu choro, outros que valeram título e até uma dupla expulsão ocasionada por pedaço de bolo. 

AS PRINCIPAIS EXPULSÕES

Em 2008, na final do Estadual, Danilinho e Charles se envolveriam numa confusão, a torcida celeste cantava música para provocar o meia-atacante do Galo, o volante celeste usou este fator para provocar o adversário, que perdeu a calma. Ambos foram expulsos. Danilinho deixou o campo chorando. O Atlético já tinha tido Renan também “avermelhado”.

No ano seguinte, um recorde do futebol brasileiro. O Cruzeiro disputaria a final da Libertadores, mas antes havia o clássico. O Galo venceu por 3 a 0 uma formação reserva da Raposa. O atacante Zé Carlos, do time celeste, foi expulso ao fazer falta – cotovelada – aos 9 segundos de jogo. Curiosamente, o cartão foi dado por Paulo César de Oliveira, irmão de Luiz Flávio, o árbitro da final estadual deste ano. 

TEVE ATÉ BOLO

Alguns anos mais tarde, em 2012, uma sequência de cartões vermelhos catalisados de maneira incomum. O Cruzeiro era o mandante do clássico no Independência, contra o Atlético de Ronaldinho. Torcedores da Raposa estavam irritados com a arbitragem. Pela proximidade da arquibancada com o campo, conseguiram atirar objetos e até mesmo atingir o braço do juiz com copo d’água. Entre as “munições” da torcida, estava um pedaço de bolo.

Reprodução/CBF / N/A

Parte da súmula de Cruzeiro 2x2 Atlético em 2012, pelo Brasileirão

Parte da súmula de Cruzeiro 2×2 Atlético em 2012

Bernard foi tentar recolher o alimento espatifado para entregar à equipe de arbitragem. Arremessar objetos no gramado é infração no código de justiça desportiva do Brasil, com pena de perde de mando de campo. O volante Leandro Guerreiro tentou impedir Bernard de recolher o bolo. Ambos trocaram empurrões e foram expulsos. Pierre também deixaria o campo de jogo mais cedo pouco depois. 

O clássico de caráter mais importante, em termos de título em jogo, foi a final da Copa do Brasil 2014. O Atlético se sagrou campeão, mas não passou ileso da reprovação da arbitragem. O volante Leandro Donizete agrediu o atacante Dagoberto e viu o cartão vermelho. O General, ao lado de Pierre e Welton Felipe, foi o atleticano que mais foi expulso nos últimos 10 anos de clássico, com duas advertência.

“TODO MUNDO PRA RUA”

Em 2016, o clássico de maior número de vermelhos de 2008 para cá. Duelo do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. O Atlético recebia o Cruzeiro no Horto, com um personagem central: o atacante Riascos reencontraria o local e o adversário do pênalti perdido na Libertadores 2013.

Riascos marcou um gol na vitória celeste de 3×2. E o Cruzeiro terminou aquela partida com oito jogadores. Bryan, Lucas e Lucas Romero foram expulsos. Do lado do Atlético, Marcos Rocha também desfalcou o Galo.  No ano passado, Robinho do Cruzeiro, Fred, que estava no Atlético, Rafinha e Adilson, que permanecem nos seus lados, também receberam vermelhos.

PIOR SEQUÊNCIA

Dos 50 clássicos analisados, 22 duelos entre Atlético e Cruzeiro passaram ilesos no quesito expulsões. Foram, portanto, 46 cartões vermelhos apresentados em 28 dérbis nos quais aos menos um jogador foi excluído da partida.

A pior sequência de clássicos com ao menos uma expulsão foi de dezembro de 2011, no emblemático 6 a 1 da Raposa, até a final do Mineiro 2013, vencida pelo Atlético. Sete encontros de pura rivalidade, com 12 cartões vermelhos. Dois destes para Leandro Guerreiro, o mais “indisciplinado” do lado celeste, ao lado de Wellington Paulista e o lateral Lucas.

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