segunda-feira, 14 outubro 2019
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Presidente da FMF celebra clássico de torcida dividida e vislumbra repetição na Copa do Brasil

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O advogado Castellar Guimarães Neto se prepara para deixar o cargo que ocupa desde 2014. O presidente da Federação Mineira de Futebol poderá deixar a cadeira com uma decisão dos principais clubes do Estado que ele torcida desde o começo da gestão: o clássico de torcida dividida entre Atlético e Cruzeiro.

Em conversa com o Hoje em Dia antes do primeiro encontro entre os rivais, no domingo passado, Castellar afirmou que, numa visão particular, lhe agrada bastante ver o Mineirão dividido igualmente para alvinegros e celestes.

Ele lembra que chegou a manifestar tal interesse quando ambos disputaram a final da Copa do Brasil 2014. Na ocasião, entretanto, cada um disputou o jogo de mando de campo ocupando 90% das arquibancadas. A divisão igualitária para a torcida no clássico começará no Campeonato Brasileiro. Mas Castellar afirmou que é algo que tende a se repetir também caso Galo e Raposa voltem a se encontrar na Copa do Brasil.

“O Atlético e o Cruzeiro chegaram num consenso. Porque há uma relação de reciprocidade para o Campeonato Brasileiro, para os jogos de ida e volta. E que é possível também na Copa do Brasil, se eventualmente as equipes se enfrentarem. Mas não é uma decisão que passe pela Federação. Mas eu, particularmente gosto, sou acostumado assim, cresci como torcedor dessa forma”.

Um novo duelo no torneio mata-mata entre os rivais poderá ser possível, inclusive, logo nas oitavas de final da Copa do Brasil. Claro que o Atlético precisaria eliminar o Ferroviário e chegar nas 8as, onde o Cruzeiro já está por participar da Libertadores. Nas 8as, os clubes da Libertadores não se enfrentam entre si. E o sorteio livre poderá colocar o preto contra o azul.

“Foi uma decisão dos clubes. Eu, desde 2014, me lembro que manifestei no Twitter na final da Copa do Brasil de que gostaria de ver os dois jogos no Mineirão, com torcida dividida. Sabemos que não é questão fácil”, diz Castellar.

Uma das questões mais debatidas nesta divisão igualitária é a questão da segurança, principalmente no acesso das praças esportivas. Para Castellar, no entanto, o fato de serem 50% alvinegros e 50% celestes pode até mesmo atenuar a violência.

“Acredito que é até mais fácil, em questões de segurança, em clássico de torcida dividida do que quando há situação de vulnerabilidade quando há 10%. O torcedor, quando está em 90%, talvez se sinta até mais corajoso para afrontar aquela minoria do que numa situação de torcida igual”.

FIM DE MANDATO

O mandatário da FMF, que irá deixar o cargo em 16 julho, se prepara para divulgar um balanço de gestão. Ele fica na presidência da Federação apenas pelos próximos três meses, quando entregará a função à Adriano Aro, eleito no ano passado.

Castellar, antes disso, porém, já será vice-presidente da Confederação Brasileira, na chapa única de Rogério Caboclo, nome sucessor de Marco Polo del Nero. As eleições na CBF serão em 17 de abril, daqui duas semanas. 

“O próximo presidente assume em 16 de julho. Eu estou até finalizando um relatório de gestão, por minha conta, que eu quero fazer chegar até os órgãos de imprensa e a todos que se relacionam diretamente com o futebol. Porque muitas coisas acontecem e as pessoas não têm a mínima noção”, explanou o presidente da FMF.

A eleição que levou Castellar à Federação também foi sem concorrentes. Envolto em polêmicas com o Cruzeiro, principalmente por ser ligado à diretoria do Atlético, Castellar deixará a FMF enaltecendo uma espécie de saneamento financeiro. Ele informa que havia uma dívida de R$ 37 milhões, e que hoje o número caiu para R$ 7 milhões.

“Eu entrei na Federação com ela devendo quase R$ 37 milhões. Tinham bloqueios judiciais que não permitiam movimentar a conta corrente e havia quase R$ 3 milhões em carro-forte, que não podiam ser depositados. Após uma série de parcelamentos, isenção fiscal, entramos no Refis, migramos pro Profut, a Federação deve quase R$ 7 milhões, totalmente parcelados”.

Além de vice de Aro na FMF, vice de Caboclo, Castellar seguirá como representante da Conmebol na Fifa, sendo integrante do comitê “Players Status”, com mandato até 2021. 

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