sexta-feira, 18 outubro 2019
Início / Conteúdo / Presidente da CNI é preso em investigação sobre corrupção no Turismo e Sistema S | Brasil

Presidente da CNI é preso em investigação sobre corrupção no Turismo e Sistema S | Brasil

[ad_1]

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, foi preso temporariamente na manhã desta terça-feira em São Paulo, durante a Operação Fantoche. A Polícia Federal investiga, em parceria com o Tribunal de Contas da União (TCU), um esquema de corrupção envolvendo contratos de entidades do chamado Sistema S – que inclui serviços como o Sesc, Senai e Senac – com o ministério do Turismo.

A investigação aponta que um grupo de empresas, sob controle de um mesmo núcleo familiar, atuava desde 2002 executando contratos firmados por meio de convênios com o Turismo e entidades do Sistema S. Segundo a apuração, foram desviados mais de 400 milhões de reais decorrentes desses contratos, que eram voltados, em sua maioria, à execução de eventos culturais e de publicidade superfaturados, ou também de eventos que não eram totalmente executados.

Ao portal G1, o delegado federal Renato Madsen afirmou que o esquema envolvia a criação de empresas de fachada para dificultar possíveis investigações. “Eles criam empresas sem fins lucrativos para dificultar investigação do TCU”, disse. “Queremos investigar até que ponto esse esquema partiu do Sistema S e reverberou em outros Estados”.

Além do presidente da CNI, a Polícia Federal cumpre outros nove mandados de prisão e 40 mandados de busca e apreensão nos Estados de Pernambuco, Minas Gerais, São Paulo, Paraíba, Mato Grosso do Sul, Alagoas e no Distrito Federal. Um dos alvos da operação é o festival Sesi Bonecos do Mundo, organizado pela empresa Aliança Comunicação e Cultura, do Recife.

Segundo a PF, são investigados os crimes contra a administração pública, fraudes licitatórias, associação criminosa e lavagem de ativos. A CNI afirmou, por meio de nota, que “não teve acesso à investigação e acredita que tudo será devidamente esclarecido”, e que “está à disposição para oferecer todas as informações que forem solicitadas pelas autoridades”. 

Já o ministério do Turismo afirmou ao G1 que não é alvo das buscas e apreensões da Operação Fantoche, e que a atual gestão “já havia determinado uma auditoria completa em todos instrumentos de repasse antes mesmo de tomar conhecimento da investigação da Polícia Federal, ação que resultou no cancelamento de um contrato no valor de 1 milhão de reais”.

[ad_2]
Click aqui e acesse o artigo original
https://elpais.com/brasil/2019/02/19/politica/1550582836_759106.html#?ref=rss&format=simple&link=link

Veja também...

Brasil continuará incomodando países concorrentes no agronegócio, diz ministra – Economia

[ad_1] A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse nesta segunda-feira, 11, em Não-me-Toque (RS), onde …

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.