segunda-feira, 21 outubro 2019
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Polícia prende 149 suspeitos de integrarem maior milícia do Rio

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Rio de Janeiro. A Polícia Civil do Rio de Janeiro prendeu, na madrugada de sábado (7), 142 pessoas e apreendeu sete menores suspeitos de participarem do maior grupo de milicianos do Estado. Os suspeitos foram pegos em um sítio em Santa Cruz, zona oeste do Estado, enquanto realizavam uma festa.  Segundo a polícia, o chefe da maior milícia que atua no Rio, Wellington da Silva Braga, o Ecko, só conseguiu escapar da megaoperação porque quatro criminosos morreram para protegê-lo e permitirem a sua fuga. Os suspeitos estavam em uma comemoração organizada pela Liga da Justiça, um dos grupos mais famosos da região. Entre os detidos estão dois soldados do Exército, um da Aeronáutica e um bombeiro. Nenhum PM tinha sido identificado.

Durante a operação, que contou com policiais do Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), da Divisão de Homicídios e de delegacias da região, foram apreendidos 12 fuzis, 20 pistolas, além de granadas e coletes à prova de balas. Vários carros roubados também foram recuperados. O número de presos foi tão grande que a polícia precisou de dois ônibus para levar os suspeitos.

Com as prisões realizadas, a polícia garante que o grupo de Ecko será enfraquecido. “Não vamos diminuir a nossa força e vamos atuar incessantemente contra a milícia. Outras operações virão. Não tivemos nenhum policial ferido, e quem resistiu à ação da força policial resistiu com fuzis, armas de grosso calibre, e teve resposta necessária e suficiente a essa ação. A Polícia Civil não vai recuar”, ressaltou o chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Rivaldo Barbosa, em entrevista ao portal G1.

Ainda segundo a investigação, o objetivo da organização criminosa chefiada por Ecko era expandir seus territórios, tanto pela Baixada Fluminense, em Itaguaí e Seropédica, quanto pela região de Costa Verde do Estado. Os presos responderão pelos crimes de organização criminosa, formação de quadrilha, receptação de veículo roubado e porte de arma.

 

Milicianos fazem valer suas leis

Rio de Janeiro. Os milicianos disputam áreas e mantêm moradores sujeitos a leis próprias em troca de uma suposta segurança. Um levantamento feito pelo portal G1 aponta que as milícias atuam em 11 municípios da região metropolitana do Rio, onde vivem 2 milhões de pessoas. Os criminosos cobram por vários serviços, como transporte, botijão de gás, segurança e até pelo sinal de TV.

As milícias ganharam força no Rio no final dos anos 1990. Inicialmente, eram grupos de policiais moradores locais que, cansados do tráfico de drogas em seus bairros, organizavam sua própria força. Só que depois elas passaram a cobrar por atividades que movimentam dinheiro na região. Nos últimos anos, jovens das comunidades antes cooptados pelo tráfico passaram a ser recrutados pelos milicianos. 

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