segunda-feira, 14 outubro 2019
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PF instaura novo inquérito para apurar ataque a Bolsonaro e quer devassa na vida de agressor – Política

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A Polícia Federal (PF) instaurou nesta terça-feira (25) um segundo inquérito para apurar o atentado contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora, na Zona da Mata. A decisão aconteceu porque o prazo para a investigação de procedimento aberto a partir de prisão em flagrante é curto, mesmo com a possibilidade de prorrogação. 

Segundo o primeiro inquérito, o autor confesso do atentado, Adelio Bispo de Oliveira, teria agido sozinho. Para a PF, não há indícios de que Bispo tenha agido com outras pessoas. A investigação aponta, em princípio, para a atuação de um lobo solitário. “A opção em abrir um segundo inquérito foi para que se tenha a possibilidade de trabalhar com mais calma, já que se trata de um candidato à Presidência da República líder das pesquisas de intenção de voto”, diz uma das fontes do jornal O Estado de S. Paulo. 

O objetivo da nova apuração, segundo relatou um investigador, é fazer uma devassa nos últimos dois anos da vida de Bispo e mapear qualquer relação dele com outras pessoas que possam indicar a participação de mais pessoas no ataque.

Todas pessoas indicadas por seguidores do candidato nas redes sociais como “ajudantes” de Bispo foram investigadas e não foram encontrados indícios mínimos de participação na ação. Entre os investigados, estavam três mulheres com o nome Aryanne Campos. Uma mulher com esse nome teria passado a faca para Bispo, segundo denúncias feitas à PF. A versão foi completamente descartada na investigação.

Desde a abertura do primeiro inquérito, ocorrida logo depois do atentado, a Polícia Federal ouviu cerca de 30 pessoas e quebrou os sigilos financeiro, telefônico e telemático de Bispo. A corporação não encontrou movimentação bancária suspeita de Adelio. O único depósito em espécie anormal teve origem em uma causa trabalhista. O cartão internacional em sua posse nunca havia sido utilizado e foi enviado pelo banco sem a solicitação de Bispo.

Lobo solitário

Os equipamentos eletrônicos (celulares e notebook) também foram analisados. O computador estava quebrado e não era usado há um ano. Dois dos quatro celulares estavam desativados e os outros não continham informações sobre contatos com outras pessoas para a prática do crime. 

A faca utilizada no ataque passou por perícia que encontrou DNA de Bolsonaro na lâmina, o que prova que ela foi utilizada no crime. Os investigadores descobriram que a escolha da faca como arma para o crime é explicada pelo fato de Bispo ter trabalhado como açougueiro e em um restaurante de comida japonesa.

Bolsonaro se recupera do atentado em hospital de São Paulo. Nesta segunda-feira (24), na primeira entrevista que deu depois do episódio em Juiz de Fora, à rádio Jovem Pan de São Paulo, o candidato afirmou que seu agressor não teria agido sozinho. Adelio Bispo está preso em um presídio federal no Mato Grosso do Sul.

(Com Estadão Conteúdo)

 

 

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