quarta-feira, 23 outubro 2019
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Onda de violência contra mulher – Minas do Norte

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O último fim de semana foi marcado por pelo menos quatro casos de violência contra mulheres no Norte de Minas. Em São Francisco, um homem ameaçou um grupo de mulheres com um revólver. Em Cônego Marinho, o marido feriu a esposa a facadas e se suicidou. No bairro Edgar Pereira, em Montes Claros, um homem invadiu o apartamento e estuprou a moradora e, em outro ponto da cidade, uma menina de 8 anos também foi estuprada. O acusado é o ex-namorado da mãe da criança. 

As mulheres foram ameaçadas de morte em São Francisco, segundo a polícia, porque não sabiam dar informações ao homem sobre um endereço que procurava. O acusado, um motorista de 50 anos, acabou sendo preso em flagrante por embriaguez, ameaça e porte ilegal de arma. 

Em Cônego Marinho, o crime teria sido provocado por ciúmes. Um homem se matou com um tiro na cabeça, após esfaquear a esposa. Moradores próximos da residência do casal se assustaram com o barulho e acionaram a polícia, que encontrou a mulher ferida e o homem morto.

Os vizinhos relataram que o homem era muito ciumento e que já havia ameaçado a companheira outras vezes. Ainda conforme os vizinhos, ele sofria de depressão e fazia uso de medicamentos controlados. A mulher foi encaminhada para o hospital de Januária e transferida, depois, para o Hospital Nossa Senhora Santana, em Brasília de Minas.

No condomínio Itapuã, bairro Edgar Pereira, em Montes Claros, uma mulher de 22 anos foi estuprada no apartamento. Segundo a PM, o suspeito entrou pela porta da frente, que estava destrancada. A vítima estava tomando banho, quando foi surpreendida pelo homem, que a amarrou com fios telefônicos e cometeu o abuso. A vítima não conseguiu dar características do suspeito, porque ele apagou todas as luzes.

No caso da violência contra a menina de 8 anos, o acusado teria procurado a mãe dela, alegando querer reatar o namoro com a mulher. Durante a visita, ele cometeu o abuso contra a criança. A menina disse que o suspeito pediu segredo sobre o ato e que, se ela não contasse para ninguém, ganharia um celular. Após tentar fugir, o homem foi preso em flagrante. 

Para a defensora da Mulher, Maísa Rodrigues, a falta de políticas públicas voltadas para esse tipo de crime dificulta a denúncia. 

“Nossa briga é para a ampliação dos atendimentos na delegacia da mulher para 24h. Uma vez que geralmente esses crimes ocorrem fora do horário comercial e aos fins de semana. Também precisamos da união dos órgãos para fomentar políticas públicas e capacitar os profissionais para que tenham a sensibilidade de lidar com esses assuntos”, defendeu Maísa Rodrigues.

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