segunda-feira, 14 outubro 2019
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Obra deixa Praça da Liberdade ‘pelada’, mas Iepha garante aumento no número de árvores – Horizontes

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Imagens do processo de revitalização da Praça da Liberdade, no Funcionários, na região Centro-Sul de Belo Horizonte, têm incomodado admiradores da cidade nos últimos dias. Nas redes sociais, há reclamações sobre a aparente diminuição na quantidade de árvores no local. Será que é isso, mesmo? 

Sim e não. O Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) garante que é temporário. 

De acordo com a instituição, 30 árvores foram substituídas (retiradas e replantadas) e outras 19 espécies e nove palmeiras foram acrescentadas ao local. 

Flávio Tavares/ Hoje em Dia / N/A

praça

A revitalização da Praça da Liberdade, realizada com recursos da iniciativa privada, está orçada em R$ 2,6 mi

Assim, ao fim da revitalização – programada para acontecer em novembro, pouco antes da decoração de Natal – a Praça da Liberdade terá quase 30 mil mudas e 6.154,05 metros quadrados de grama. Além disso, apresentará nova iluminação, paisagem e sistema de irrigação. 

Os cortes, porém, não estão excluídos. “Estão previstas a eliminação de galhos que impeçam o crescimento das árvores, alterem suas copas ou ofereçam riscos de acidente. A poda, dessa forma, cumpre o objetivo de supressão de galhos mortos, comprometidos por agentes patológicos, e considerados incompatíveis com a circulação humana ou que impeçam a insolação adequada para o equilíbrio e saúde da vegetação”, afirmou o instituto, em nota.

É esperar para ver!

Flávio Tavares/ Hoje em Dia / N/A

praça

Projeto de restauração foi desenvolvido pelo arquiteto Ricardo Samuel Lana e teve aprovação do Iepha, da Prefeitura de Belo Horizonte e dos Conselhos de Patrimônio Estadual e Municipal

Saiba mais!

A Praça já foi revitalizada outras três vezes: em 1920, 1969 e 1991. Conheça um pouco da história.

A Praça da Liberdade emerge como ponto emblemático da cidade de Belo Horizonte desde o período da sua construção, de 1895 a 1897, época também da inauguração da capital mineira, projetada pelo engenheiro Aarão Reis. Construída inicialmente sob a influência do paisagismo inglês naturalista, a praça passa por sua primeira grande reforma no ano de 1920, quando adota o estilo francês, inspirado nos jardins de Versailles, por ocasião da importante visita dos reis da Bélgica à Belo Horizonte.

Pela sua localização, situada na convergência das avenidas Cristóvão Colombo, João Pinheiro – antiga Avenida Liberdade -, Brasil e Bias Fortes, a Praça da Liberdade se torna o local favorito dos mineiros e dos turistas que passam pela cidade. Disposta simbolicamente no centro de uma arquitetura marcante que reúne construções ecléticas, modernistas e pós-modernistas, a Praça da Liberdade foi tombada em 1977 pelo Iepha, como Conjunto Monumental do Centro Cívico do Governo do Estado de Minas Gerais.

Desde o final do século XIX, quando Belo Horizonte foi planejada para ser a nova capital do estado, a Praça da Liberdade foi projetada para abrigar o centro administrativo do Governo de Minas Gerais, com a construção das secretarias de estado e do Palácio da Liberdade.



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