quinta-feira, 17 outubro 2019
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O Pequenino – Esporte – O Norte

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A pouco menos de um mês de completar 38 anos, o técnico Thiago Larghi hoje experimenta trabalhar com uma paixão que começou logo aos 6, quando acompanhava pela televisão, ao lado do pai, a Copa do Mundo do México, que teve a Argentina como campeã.

Tomado pelo desejo de ser uma das estrelas do futebol, Larghi deu os primeiros passos no Riachuelo Esporte Clube, time de Paraíba do Sul, cidade do interior do Rio de Janeiro, onde nasceu.

Por lá, o até então meio-campista, estilo Gustavo Blanco, como o próprio se define, brilhou na adolescência, quando foi uma das peças da equipe que teve invencibilidade de quase 30 jogos.

“A paixão pelo futebol veio do meu pai. A família sempre falando de jogos, de jogadores, de tudo. Logo comecei a jogar na escolinha e fui jogar outras competições fora da minha cidade. Joguei futsal também. Só fui pensar em ser jogador mesmo (profissional) lá para os 16 anos”, conta Thiago. Ele será o entrevistado na seção Papo em Dia, do Hoje em Dia, deste fim de semana, que será publicada na edição de O NORTE de sábado.

“Andei fazendo testes em alguns clubes, cheguei a passar, estabilizar, mas não ficar. Fiz em clubes grandes e até aqui no Atlético”, revela o filho do sr. Aurélio, efetivado como treinador em 25 de junho, após ser o interino desde a queda de Oswaldo de Oliveira, no segundo mês de 2018.

 

MONTANHA F.C.

Em 1997, há um ano de alcançar a maioridade, Larghi desembarcou em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para participar de um teste no hoje extinto Montanha Futebol Clube. Como tinha parentes na cidade – inclusive, muitos ainda residem por lá –, e com DNA mineiro (o pai nasceu em Mar de Espanha, na Zona da Mata), ele se sentiu em casa e acabou aprovado. 

Um garoto no meio de milhares com o mesmo sonho, Thiago passou despercebido por Gilberto Ferreira, o Zinha, que na época era o presidente do clube sabarense, criado em 1959 e famoso por dar trabalho aos Gigantes da capital nos torneios da Federação Mineira, até então presidida pelo saudoso Elmer Guilherme.

“Algumas pessoas comentaram comigo que o Thiago passou por aqui. Isso é motivo de enorme satisfação. Apesar de não lembrar dele treinando no nosso time, pois recebíamos meninos de todos os cantos do país, ficamos orgulhosos por ter feito parte da história. Assim como ele, formamos e preparamos muitas crianças para a vida”, relata Zinha. O time foi extinguido em 1999.

Antes de cursar a faculdade de Educação Física, Thiago Larghi ainda passou pelo Madureira-RJ. Ficar longe da família, porém, o fez abrir mão do sonho de ser jogador profissional. Contudo, mal sabia ele que o destino lhe reservava caminho diferente no futebol

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http://onorte.net/esporte/o-pequenino-1.651680

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