quinta-feira, 14 novembro 2019
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O inferno de ‘Doomguy’ – Geral

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Num belo dia de sol avermelhado, num futuro não muito distante, uma colônia marciana é assolada por uma invasão de seres vindos do inferno. Esse é o resumo de uma história imaginada por três programadores (John Carmack, Tom Hall e John Romero) há 25 anos e que revolucionou a indústria de games.

Eles são os criadores de “Doom”, obra-prima da id Software e que consolidou o gênero de Tiro em Primeira Pessoa (FPS). Assim, se você é fã de “Call of Duty”, “Battlefield”, “Counter-Strike” e qualquer outro game do tipo, agradeça a esses três sujeitos e preste a devida homenagem a esse clássico, lançado em 10 de dezembro de 1993 para PC.

“Doom” não foi o primeiro FPS da id. Um ano antes a empresa tinha publicado “Wolfenstein 3D”, que era uma releitura do clássico “Castle Wolfenstein”, publicado para a Apple II. No entanto, foi “Doom” que turbinou o formato e estimulou o desenvolvimento de games como “Duke Nukem 3D”, “Star War: Dark Forces” e tudo mais que surgiu posteriormente.

 

O GAME

Em “Doom”, o jogador assume o papel de um fuzileiro espacial a serviço da Union Aeroespace Corporation (UAC). Sem nome, o protagonista foi apelidado pelos jogadores de Doomguy. Ele foi enviado por desacatar ordem de seus superiores, como uma espécie de punição. Lá havia um projeto secreto de fazer um teletransporte entre Marte e as luas Phobos e Deimos.

No entanto, a lua Deimos desaparece e um portal do inferno é aberto. Depois disso começa a carnificina. Os soldados enviados para conter os monstrengos são possuídos pelas criaturas e uma horda de bestas toma conta da colônia.

 

JOGABILIDADE

“Doom” trouxe evoluções significativas quando s e compara a “Wolfenstein 3D”, tanto na parte visual como na jogabilidade. Enquanto seu antecessor era um game que discorria num cenário plano, “Doom” trazia alternâncias de altura. Andares, escadas e degraus foram inseridos. Junto dele, o comando de pulo. Hoje, esses elementos podem parecer arcaicos, mas há 25 anos era algo extremamente sofisticado.

O game também oferecia um arsenal caprichado. O jogador iniciava a campanha com uma pistola, mas com o avanço adquiria novas armas como uma escopeta, um rifle de plasma, lança foguetes e uma arma de destruição em massa, a BFG-9000, que eliminava praticamente tudo na tela. E para quem é mais sádico e curioso, era possível encontrar uma serra elétrica, que fatiava os capetas como se fosse faca quente na manteiga. É clichê, mas é uma frase apropriada nessa hora!

A trama era divida em três episódios. Um quarto foi oferecido posteriormente numa edição definitiva. Basicamente o jogador avançava pelas fases, coletando chaves de acesso. A cada estágio novos monstros (mais poderosos) surgiam e tornavam a campanha mais desafiadora.

“Doom” foi publicado para diversas plataformas. Hoje é possível adquirir o game em versões para PC na Steam por míseros R$ 25. Outra opção é a versão “Doom 3: BFG Edition”, publicada para PS3 e Xbox 360, que inclui “Doom”, “Doom II”, “Doom 3” e o DLC “Doom 3: Resurrection of Evil”.

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https://onorte.net/geral/o-inferno-de-doomguy-1.680694

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