segunda-feira, 14 outubro 2019
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“O Brasil não pode cair na mão do nazismo, do fascismo”, diz Ciro Gomes (PDT) em visita a BH – Primeiro Plano

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A três semanas das eleições e praticamente estagnado nas campanhas de intenção de votos, o presidenciável Ciro Gomes (PDT) tenta se descolar de Fernando Haddad (PT) e partir para o segundo turno em uma possível disputa com Jair Bolsonaro (PSL). Em visita ao aglomerado da Serra na manhã deste sábado (22), o pedetista afirmou que é perigoso deixar o petista ir para o segundo turno sob o risco de o país vivenciar “mais do mesmo” ou de ser governado pelo “nazismo”, fazendo uma alusão a Jair Bolsonaro (PSL). O prefeito Alexandre Kalil (PHS) participou do ato de campanha.

A afirmação de Ciro é baseada nas pesquisas eleitorais. Levantamento do instituto Datafolha divulgado na sexta (21) aponta empate com 41% dos votos entre Haddad e Bolsonaro em um possível segundo turno. Contra Ciro, no entanto, Bolsonaro perderia. Enquanto o cearense teria 45%, o candidato do PSL somaria 39%.

“Não é razoável que o país responda a esse drama que estamos passando com mais do mesmo. Eu me lembro, por exemplo, que não faz dois anos que com todas as qualidades e virtudes do Haddad, ele perdeu as eleições de SP com meu apoio e apoio do Lula. Isso não diz nada contra a dignidade dele. Mas diz muita coisa, pois se a pessoa é prefeita e não tem sequer 17% dos votos na reeleição, significa que ele não foi vem avaliado pela população. E é a esse tipo de risco que vamos expor o Brasil? O Brasil também não pode cair na mão do nazismo, do fascismo, da violência, da segregação e, pior ainda, da entrega das nossas riquezas à cobiça internacional”, criticou.

O Datafolha indica, ainda, estagnação de Ciro Gomes com 13% das intenções de voto. O índice é o mesmo registrado na pesquisa realizada na semana anterior. Haddad, por outro lado, subiu de 13% para 16%, enquanto Bolsonaro saltou de 26% para 28%.

Kalil e polarização

Para Ciro, o fato de Kalil ter vencido em Belo Horizonte é a prova cabal de que a polarização PSDB x PT chegou ao fim. “A eleição do prefeito Kalil, que é o prefeito de melhor avalição popular do Brasil, é uma indicação clara para Minas Gerais e para o país inteiro de que essa polarização já deu o que tinha que dar”, enfatizou. 

Ainda de acordo com o candidato, devido à disputa acirrada entre os partidos “desde de 2014 o mundo político não passa um dia dedicado ao desemprego do povo, à violência que campeia, à falta de moradia, de informalidade, 60 mil estupros as mulheres estupradas. Ninguém para um dia para discutir isso. É só ódio e confrontação política. Se Minas Gerais, que é o farol da política brasileira, já antecipadamente pela eleição do Kalil mostra que o país está procurando outro caminho, eu venho humildemente mostrar a Minas Gerais que sou o caminho novo”, pondera.

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