quarta-feira, 16 outubro 2019
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Mediação de conflitos na escola – Artigos

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A educação é transformadora por excelência pelo conhecimento acumulado na relação pedagógica entre professor e aluno e pelas experiências relacionais entre alunos, pais e comunidade escolar.

O esforço em desenvolver um projeto de mediação que traga resultados satisfatórios entre gerações impõe-se com a abordagem de aprendizagens social e ética, as quais devem ser ensinadas em seu ambiente familiar, perpassando o ambiente escolar com o aprimoramento das noções de cidadania.

Contudo, estes esforços devem também envolver a área governamental, visto ser primordial que o poder público se alinhe aos esforços conjuntos de criar uma cultura de paz e valorização da educação.

A mediação iniciou-se na China graças à essência do pensamento de Confúcio pela busca da harmonia através do equilíbrio do mundo e da felicidade dos homens. Na moral de Confúcio, o amor filial, o respeito e a reverência para com os pais ocupam um lugar central.

Assim, a filosofia de Confúcio oferece-nos uma ética, uma política e uma arte de viver de simples compreensão: amar os outros, honrar os nossos pais, fazer o que está certo em vez de agir por interesse e respeitar a reciprocidade. Nesse sentido, todos os envolvidos no processo escolar devem ser orientados a olhar com um novo olhar a maneira de se tratar os conflitos eventualmente surgidos dentro da comunidade escolar.

Tal como a mediação lato sensu, a mediação escolar é uma forma de resolução de conflitos, voluntária e confidencial, não imposta às partes em litígio. A mediação vem ganhando espaço nas escolas, em função da sua proposta de possibilitar uma mudança qualitativa na formação das pessoas.

A mediação na escola visa capacitar as crianças de hoje, adultos de amanhã, para saber, conseguir gerir e resolver os diferentes com que se deparam de uma forma pacífica, cooperativa e definitiva, por meio do diálogo, da compreensão e do respeito absoluto pelos interesses e necessidades das partes envolvidas.

Para a gestão e solução de conflitos nas escolas por mediação, a facilitação do diálogo e a formação de mediadores escolares são pilares de fundamental importância. Uma vez formados mediadores dentro do âmbito escolar, temos instrumentos suficientes para agir e efetuar as mudanças que se fizerem necessárias caso a caso.

Nesta busca de novos caminhos, impõe-se repensar o sistema educacional, equacionando as regras orientadoras do seu funcionamento e as regras sobre a boa convivência entre os distintos atores da comunidade escolar.

O desenvolvimento da empatia no ambiente familiar e educacional é fundamental para formação do indivíduo.

Quando preocupado com as questões afetas a cidadania e o propósito de pacificação social, ensinamos aos envolvidos habilidades que privilegiam o diálogo nas escolas e nas comunidades.

Advogada e mediadora do Instituto Alleanza

 

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