domingo, 17 novembro 2019
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Kalil critica estudo do Tarifa Zero sobre valor da passagem de ônibus em BH – Horizontes

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O estudo feito pelo movimento Tarifa Zero, mostrando que a passagem dos ônibus do transporte público de Belo Horizonte está 15% mais caro, foi criticado pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PHS).

O chefe do executivo questionou a credibilidade do estudo e voltou a dizer que a “caixa preta” da BHTrans será aberta. “Não adianta vir com estudozinho achando que conseguem entender como uma coisa complexa como uma tarifa do transporte público funciona”, disse Kalil.

“A auditoria é séria, e feita por gente gabaritada, com currículo”, acrescentou o prefeito que prometeu mais multas às empresas, caso permaneçam desobedecendo a legislação que obriga a presença do trocador dentro dos coletivos. “O que podemos fazer (a BHTrans) é multar. Não podemos colocar cobrador dentro dos ônibus”, afirmou.

Conforme o prefeito, o resultado da auditoria será “surpreendente”. “O que a gente pode fazer, a BHTrans é multar (as empresas), não podemos botar um cobrador dentro dos ônibus. Agora, quando a caixa-preta sair, as coisas vão ser diferentes”, prometeu. 

Na segunda-feira, Kalil já havia publicado uma mensagem no twitter prometendo represálias às empresas que operam o transporte na capital. “Se as empresas de ônibus fazem o que querem, vão receber o troco. Belo Horizonte tem governo”, escreveu. No mesmo dia, o Hoje em Dia noticiou que a ausência do cobrador está cada vez mais intensa nos coletivos da capital

O estudo 

Ontem, em coletiva à imprensa, o movimento Tarifa Zero apresentou um estudo indicando que a passagem em Belo Horizonte deveria custar R$3,45, 15% do valor de R$4,05, cobrado atualmente. 

Para chegar ao valor, o movimentou utilizou dados viabilizados por meio da Lei de Acesso á Informação. O sistema de cálculo de tarifa  usado foi uma metodologia chamada cálculo ‘Geipot’, que leva em consideração atualizações e recomendações da Agência Nacional de Transportes Públicos (ANTP). 

O método era feito em Belo Horizonte de 1996 até 2007. A partir de 2008, ele foi substituído pelo atual contrato de concessão e os reajustes passaram a ser feitos pela aplicação de uma fórmula sobre o preço da passagem do ano anterior, que leva em conta apenas a inflação de cinco insumos de produção.

Segundo o movimento, o cálculo não foi feito com base na fórmula atual da prefeitura, porque o Tarifa Zero a considera injusta. Eles pleiteiam que a prefeitura modifique a forma de cálculo, uma vez que, no médio prazo, o resultado não foi positivo para população.

Conforme o Tarifa Zero, outro ponto é que, mesmo com os aumentos constantes, entre 2008 e 2017, as empresas diminuíram sistematicamente o número de viagens feitas, que passou de 192 milhões para 157 milhões de quilômetros.

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