quarta-feira, 16 outubro 2019
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Há seis meses no São Paulo, jovem uruguaio ainda é só promessa – Esportes

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Prestes a completar um semestre no São Paulo, o atacante uruguaio Gonzalo Carneiro, de 23 anos, chamado de “A Joia” em seu país, ainda não brilhou no Morumbi, e muito em função de problemas físicos que só lhe permitiram estrear quase quatro meses após ser contratado – ele fechou com o clube brasileiro no dia 2 de abril. Porém, mesmo no Uruguai, o garoto já não desperta mais tanta expectativa quando foi descoberto.

“Neste momento, ele não está nos planos da seleção”, opina Carlos Bardakian, jornalista da Rádio Oriental, de Montevidéu, no Uruguai. Na última convocação do técnico Óscar Tabárez, para os amistosos contra Japão e Coreia do Sul, nos dias 12 e 16 de outubro, surgiram nomes de outros jovens atacantes promissores em busca de espaço na Celeste: Maxi Gómez, do Celta de Vigo, da Espanha, e Jonathan Rodríguez, do Santos Laguna, do México.

“Reduziu a expectativa em cima dele. Gonzalo precisa jogar e mostrar que tem nível para estar no time. Creio que possui condições, mas há muito a polir”, diz Bardakian.

Após despontar no Defensor, Carneiro chamou a atenção do superintendente de relações institucionais do São Paulo, o compatriota Lugano. Antes, o grandalhão de 1,94 metro fazedor de gols (13 em 35 jogos em 2017) já havia entrado no radar do Grêmio, mas o negócio não vingou.

O São Paulo resolveu desembolsar 800 mil euros (cerca de R$ 2,6 milhões à época) por 50% dos direitos do atleta, ciente de que, antes de mandá-lo a campo, teria de recuperá-lo de uma pubalgia que o tirara de combate desde novembro último. Após meses no Reffis, ele finalmente estreou durante o clássico com o Corinthians, no dia 21 de julho.

De lá para cá, problemas físicos secundários de quem ficou tanto tempo parado prejudicaram sua caminhada. Dores musculares o impediram de ser aproveitado por Diego Aguirre em várias partidas. Até agora, foi relacionado para 14 jogos. Entrou em oito, totalizando 141 minutos em campo. Ainda não marcou gol, mas conta com a compreensão da comissão técnica e dos dirigentes.

“Ele precisa ter ritmo de jogo. É um atacante de área, forte. Mas precisa dar tempo ao tempo a ele”, explica Ricardo Rocha, coordenador de futebol do São Paulo.

FUTURO – Sobrinho de Zalayeta, ex-atacante da seleção uruguaia e da Juventus, da Itália, Carneiro virou uma espécie de reforço já contratado para a temporada que vem. “Precisa de uma pré-temporada completa. Acreditamos nele. Veja o caso o Borja, no Palmeiras. Ele explodiu neste ano. É normal esse período de adaptação”, comparou Ricardo Rocha.

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