sábado, 16 novembro 2019
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Grandes discos mineiros de 2018 vão do rap ao folk; confira e ouça – Almanaque

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Em Minas Gerais, 2018 foi marcado por lançamentos musicais certeiros. Mais uma vez, o rap conquistou o topo – tendo o artista Djonga como farol. Não por acaso, seu segundo disco, “O Menino Que Queria Ser Deus”, é unânime nas listas de melhores do ano. O gênero trouxe, ainda, álbuns memoráveis como “S.C.A.”, de Fabrício FBC, e “Bem Boom Bap”, do MC Matéria Prima. 

A inspirada safra mineira mistura também outras vertentes, como o folk do Moons (“Thinking Out Loud”), o indie pop de Leonardo Marques (“Early Bird”), a MPB multifacetada de Julia Branco em “Soltar os Cavalos” e a música lusófona de “La Dôtu Lado”, do Coladera (Vitor Santana e João Pires). 

Rapper e jornalista, Roger Deff destaca que o som da cultura hip-hop vem produzindo grandes pérolas. “O rap tem sido o gênero musical mais inovador no Brasil nos últimos anos”, sublinha. 

Para ele, Djonga dispensa comentários. “Roubou a cena aqui e nacionalmente. Matéria Prima é um dos grandes MCs do Brasil e fez o melhor disco da carreira. E ‘S.C.A.’, do FBC, é visceral. Um dos meus MCs favoritos, que já chegou deixando sua marca”, diz, lembrando ainda os discos “Eutu Ubuntu”, do Cromossomo Africano, e “Coração de Andarilho”, de Lucas Ucá.

Ouça o trabalho de Djonga:


Mulheres

De acordo com Flávia Moreira, apresentadora do programa “A Noite Vai Ser Boa”, da Rádio Inconfidência, o primeiro disco de Julia Branco chamou atenção. “A condição feminina ecoa forte e a sonoridade convida para a performance, fruto da veia atriz da cantora e compositora. Os arranjos de Chico Neves e Luiza Brina tornaram esse trabalho solo bastante coletivo”, pontua.

Ela destaca, também, o segundo disco do Coladera. “Reafirma a deliciosa mistura de sons de Brasil, Portugal e Cabo Verde”. Na lista de Moreira, aparecem ainda “Sambetes, Vol. I”, de Thiago Delegado, e “Marconauta”, de Marcos Frederico.

Apresentador do programa “Alto-Falante”, da Rede Minas, Terence Machado ressalta o segundo álbum do Moons, projeto encabeçado por André Travassos. “O indie folk do Moons, com letras em inglês, é um tapa de luvas em quem ainda não entendeu que a arte é universal e não precisa ser embalada obrigatoriamente pela língua pátria do artista”, assinala.

Ouça o trabalho do Moons:

 

Machado expõe, de forma similar, o disco de Leonardo Marques. “Mais um caprichado trabalho do músico e produtor, com ares minimalistas e timbres que nos remetem às melhores produções indie pop, com jeitão lo-fi”, coloca. Ele ainda elenca os álbuns de Thiago Corrêa e do duo Julie & Gent.

Editoria de Artes

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