terça-feira, 22 outubro 2019
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Gol no DNA: filho de Marinho, ex-Atlético, Marcus Molinari segue passos do pai no Tupi – Esportes

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O América ficou de olho, um clube da Suíça quis levar. Mas a primeira experiência em time principal do jovem atacante Marcus Vinícius Molinari foi no mesmo Tupi que, há 16 anos, abrigava o futebol do pai artilheiro. A vocação para fazer gol foi herdada geneticamente. Após artilharia no Sub-20, Marcus soma três gols em quatro jogos no Estadual e é um alento num Tupi que briga pra não cair e enfrentará o Atlético nesta próxima rodada. Algo pra fazer Marinho sorrir de orelha a orelha.

Marcus é o filho mais velho de Mairon César Reis, ex-atacante com passagens por Tupi, Ipatinga e campeão da Série B pelo Atlético, e que hoje está perto do 40º aniversário. Marinho fez carreira no futebol mineiro, foi campeão estadual duas vezes, a primeira pelo Ipatinga, depois pelo clube do coração, o Atlético. No Galo, venceu a Série B 2006 com destaque para os 17 gols da campanha – um deles o do título diante do Ceará, no Castelão. Quem estava no banco? Levir Culpi, atual comandante do clube alvinegro.

Quando Marinho jogou no Tupi, Marcus tinha apenas cinco anos e o jogador chegou quando Fred despontava no Cruzeiro. Hoje, o camisa 9 da Raposa é um dos artilheiros que Marcus Molinari mira no Estadual. Ele fez três gols, e é um dos postulantes a vice-goleador do Estadual, com o mesmo número de Ademilson (Tupynambás), Gustavo (Boa), Junior Viçosa (América) e Raniel (Cruzeiro). Todos atrás dos 4 de Fred e 5 de Ricardo Oliveira. 

Maurício Souza/Hoje em Dia

Marinho, em desembarque após vencer a Série B pelo Atlético, ao lado dos filhos Marcus e Anna

Marinho, em desembarque após vencer a Série B pelo Atlético, ao lado dos filhos Marcus e Anna

Mas agora precisa ter paciência e perseverança. O caminho das redes é tortuoso, e Marcus Molinari foi acometido por uma torção no tornozelo na derrota para o Santa Cruz-RN pela Copa do Brasil. Algo que deve deixá-lo afastado por algumas semanas. Nada que interrompe o sonho da dupla de jogar em um grande clube do Brasil, da Europa e Seleção Brasileira. Afinal, lesões acontecem e ele já vivenciou algo parecido no Santos, quando estava no sub-23 da equipe paulista. 

“Todo jogador de futebol tem o sonho de jogar na Europa, jogar na seleção brasileira. Tive a oportunidade de jogar em uma grande equipe do futebol brasileiro, mas devido as lesões não tive tantas oportunidades, foi um momento bem difícil na minha carreira, mas agora to em uma fase muito feliz, motivado, espero fazer uma grande temporada”, afirmou Marcus, ao Hoje em Dia

Afinal, na visão de Marinho, seu filho mais velho tem pontos superiores ao próprio pai quando o assunto é a bola no pé: “eu vejo em Marcus muito mais técnica e visão de jogo do que eu tinha. Quanto ao que eu fazia parecido é o faro de gol, vontade de vencer, de jogar bem todos os jogos. Algo que eu tinha muito”, afirmou Marinho, ao Hoje em Dia

A comparação, entretanto, é notada de qualquer cuidado. Marcus Molinari prefere seguir os próprios passos, tendo em Marinho sempre uma referência, mas jamais um modelo de comparação, para ‘não ter tanto peso nas costas’.

“Meu pai fez a carreira dele, fez a história dele. Não gosto muito de ser comparado, é um peso a menos nas minhas costas, procuro fazer meu trabalho, aprender com ele, ele está sempre me ajudando, não me cobra em nada em relação do que ele foi”, completou Marcus.

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