quinta-feira, 27 junho 2019
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Fim do rodízio será debatido na Câmara – Política

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O temor de que Montes Claros volte a ter que adotar o racionamento de água levou os vereadores a aprovarem, por unanimidade, uma audiência pública para discutir a situação do abastecimento na cidade.

O debate acontece hoje, às 8h. São esperadas a participação de diretores da Copasa, representantes da Prefeitura de Montes Claros e de lideranças comunitárias.

A ideia é discutir o fim do rodízio – que ocorreu em 13 de setembro – e o quadro dos reservatórios responsáveis por abastecer o município.

Na sessão ordinária da última terça-feira, a interrupção do racionamento voltou a ser o principal assunto do dia. Para o vereador Marlon Xavier (PTC), a prefeitura precisa responder pelos possíveis problemas que possam vir a acontecer, já que defendeu a antecipação do contrato com a Copasa.

O vereador Sóter Magno (PP), também presidente da ONG Organização Vida Verde, argumentou que “após 35 anos trabalhando na Copasa, no saneamento de Montes Claros, tenho a dizer que o fim da intermitência da água na cidade, que começou em novembro de 2015, não traz sustentabilidade e muito menos garante o abastecimento”.

Segundo ele, a barragem do Sistema Verde Grande, responsável por 65% do abastecimento do município, está com 25% da capacidade. Sóter revela que o principal receio é que a captação de água do rio Pacuí corte a fluidez do curso d’água, “a exemplo do que ocorreu com o rio Verde”.

 

AMPLIAÇÃO

A normalização do abastecimento de água na cidade, através do sistema Coração de Jesus-Ibiaí, teria sido possível em face à capacidade de captar 600 litros por segundo, dos quais 100 litros para reforçar o abastecimento em Coração de Jesus e Brasília de Minas e os outros 500 destinados às estações de Montes Claros.

Além disso, para fundamentar a interrupção do fornecimento de água por escala, a Copasa garantiu que até o ano de 2019 vai concluir a tubulação de 46 quilômetros do rio São Francisco, captando água de Ibiaí –na verdade a maior adutora do Sudeste brasileiro, demandando recursos da ordem de R$ 323 milhões.

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