sábado, 19 outubro 2019
Início / Conteúdo / Estado de Nova York torna ilegais relações sexuais entre policiais e suspeitos

Estado de Nova York torna ilegais relações sexuais entre policiais e suspeitos

[ad_1]

A Assembleia Legislativa do Estado de Nova York aprovou na semana passada uma lei que torna ilegais relações sexuais entre policiais e suspeitos presos por eles. A medida é até certo ponto incomum nos Estados Unidos, uma vez que em mais de 30 Estados não há legislações que punam esse tipo de relações entre detidos e policiais, consensuais ou não. Segundo os deputados, a lei tem como objetivo evitar abusos sexuais de detidos, uma vez que, segundo a lei, eles não podem dar consentimento estando presos.

Segundo o jornal New York Daily News, o projeto é uma resposta ao estupro de uma jovem presa por porte de maconha. Em setembro do ano passado, a mulher foi atacada por dois policiais que a detiveram com outras três pessoas. Os homens foram liberados e ela foi estuprada.

Os policiais, Eddie Martins e Richard Hall, alegaram que o ato foi consensual. Eles foram suspensos da polícia em novembro, mas a história só veio a público em fevereiro.

Relações sexuais entre agentes penitenciários e detentos já são proibidas em Nova York como medida para evitar estupros em penitenciárias. Os legisladores argumentam que seria natural estender esse veto a policiais e suspeitos. Antes da lei, o caso configura apenas contravenção, com pena máxima de um ano. Agora, a nova legislação entende que suspeitos presos são incapazes de dar consenso para relações, como argumentam os policiais que atacaram a jovem.

[ad_2]
Click aqui e acesse o artigo original
http://hojeemdia.com.br/primeiro-plano/mundo/estado-de-nova-york-torna-ilegais-rela%C3%A7%C3%B5es-sexuais-entre-policiais-e-suspeitos-1.610572

Veja também...

Brasil continuará incomodando países concorrentes no agronegócio, diz ministra – Economia

[ad_1] A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, disse nesta segunda-feira, 11, em Não-me-Toque (RS), onde …

Deixe uma resposta

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.