quinta-feira, 17 outubro 2019
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Em busca do voto mineiro – Primeiro Plano

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Lucas Borges

pol

Petista teve encontro com reitores

Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais foi “disputada” ontem por dois pré-candidatos à Presidência da República. Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT) desembarcaram no Estado em busca do voto dos mineiros. Ambos se declaram integrantes do campo ideológico com viés à esquerda. E têm expectativa de disputar uma vaga no segundo turno das eleições presidenciais.

Ciro prometeu ajudar na recuperação econômica de Minas, tema recorrente na campanha pelo governo estadual. 

Em visita ao Mercado Central, no centro da capital, o candidato garantiu que, se eleito, ajudará Minas Gerais a zerar as dívidas para voltar a crescer e a pagar o funcionalismo público no quinto dia útil. Declarou ainda que fará história ao “devolver para Minas Gerais a sua autonomia”.

Ele explicou que pretende reestruturar a dívida do Estado junto ao governo federal, achar uma equação patrimonial para o calote da Lei Kandir e ajudar Minas a criar um fundo previdenciário. “Só a Codemig, por exemplo, tem autorização de direitos minerais que podem chegar a fração de centenas de bilhões de reais. Se a gente fizer um recebível lastreado pelo governo federal, podemos resolver o principal problema de Minas, que é a questão previdenciária”, detalhou.

O presidenciável também detalhou proposta para ajudar a limpar o nome de consumidores endividados. “Proponho chamar os crediaristas e fazer um leilão. Quem der o maior desconto, eu financio primeiro. Aí pego o Banco do Brasil e a Caixa Econômica e faço um crédito, mas não é dar dinheiro para ninguém. Eu troco uns juros de 500%, criminosos, por um de 10% ou 12%, em que o banco não perde nada. Aí divido o que ficar em uma média de 36 vezes”, explicou”. 


Haddad

Em evento realizado ontem, em um hotel na região Centro-Sul da capital, com reitores de universidades federais e estaduais de Minas, Fernando Haddad afirmou que, se eleito, vai dar fim a uma das maiores reclamações do governador Fernando Pimentel (PT) e da bancada mineira na Câmara – o desprestígio do Estado junto ao governo federal.“Não sei se o (Michel) Temer tem condições de andar nas ruas de Belo Horizonte como nós fizemos ontem. Ele não deu um centavo para cá, deixou o Pimentel sem recursos, desde que assumiu, há dois anos. Deixou o Estado à míngua”, afirmou.

Em relação às propostas para Minas, o petista afirmou que vai seguir três premissas pregadas por Lula, além de aproximar o governo federal do povo mineiro. “Vamos seguir o padrão Lula de governar. São três exemplos que sempre falo: de educação, saúde e segurança”, concluiu.

 

Adalclever oficializa candidatura e muda nome para o Senado

Com o discurso de terceira via na corrida ao Palácio da Liberdade e uma chapa ainda incompleta, o deputado estadual Adalclever Lopes (MDB) lançou oficialmente sua candidatura ao governo de Minas, ontem, no comitê de campanha, no bairro Luxemburgo, região Centro-Sul de Belo Horizonte.

Adalclever foi escolhido para assumir a cabeça da chapa na coligação Minas tem jeito (MBD/PSB/PDT/Podemos/PRB/PV e Pros), após a desistência do ex-prefeito Marcio Lacerda, que deixou a disputa devido ao imbróglio com a direção nacional do PSB.

Adalclever, que foi recebido ao som de um grupo de samba na chegada ao comitê, apresentou sua candidatura como alternativa à polarização entre Antonio Anastasia (PSDB) e Fernando Pimentel (PT), que atualmente ocupam as primeiras colocações nas pesquisas de intenção de voto para o pleito de outubro. 

“Nós representamos a terceira via. O nosso candidato era Marcio Lacerda, que conseguiu compor um grupo de sete partidos, e nós estamos aqui representando essa terceira via, para acabar com essa dicotomia e com essa campanha de ódio. Vamos fazer uma campanha propositiva para Minas Gerais, e vamos ganhar as eleições”, afirmou.

Senado

A coligação de Adalclever deve ser mudada, novamente, junto ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MG). Isso porque o candidato ao Senado registrado, Jaime Martins (PROS), será substituído pelo deputado estadual Fábio Cherem (PDT). A substituição foi motivo de disputa interna na legenda. Mario Heringer, presidente estadual do PDT, chegou a declarar, ontem, que seu partido sairia da chapa, caso não conseguisse colocar Cherem na vaga de candidato ao Senado.

A coligação Minas tem Jeito, formada por MDB, PV, PDT, PROS, PRB e PODEMOS, terá apenas um candidato ao cargo. Os mineiros votarão em dois postulantes para o Senado nestas eleições. 

Segundo o deputado federal Mario Heringer, presidente do PDT em Minas, a decisão de colocar apenas um nome na disputa foi motivada para garantir mais competitividade ao candidato. 

Presidência

A chapa de Adalclever também definiu ontem ter palanque duplo em Minas para candidatos da coligação que tentarão a Presidência da República. Desta maneira, estarão no palanque Henrique Meirelles (MDB) e Ciro Gomes (PDT).

 

 

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