quinta-feira, 14 novembro 2019
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Egito mata 40 supostos terroristas depois do atentado no Cairo | Internacional

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As forças de segurança do Egito mataram 40 supostos terroristas em operações em vários pontos do país em resposta ao atentado contra um ônibus de turistas no Cairo. Uma bomba explodiu na sexta-feira, dia 28, à tarde na passagem do veículo por uma rua próxima às pirâmides de Gizé, o que provocou a morte de três passageiros de origem vietnamita e do guia turístico egípcio. Outros nove turistas vietnamitas ficaram feridos, além do motorista, também egípcio, informou o Ministério do Interior. A Embaixada espanhola no Egito confirmou que não há cidadãos espanhóis entre as vítimas.

Neste sábado, o Ministério do Interior anunciou a morte de 40 supostos terroristas em operações antiterroristas realizadas na península do Sinai, no noroeste do país, e na província de Gizé, a oeste do Cairo.

Os terroristas estariam preparando e planejando ataques contra instituições do Estado, Polícia e Forças Armadas, além de alvos do setor turístico e locais de culto cristãos, segundo informa o Ministério do Interior em um comunicado divulgado pela agência oficial Mena. O Ministério não detalhou se entre os mortos estão os autores do ataque.

Pelo menos 14 supostos terroristas foram abatidos em um tiroteio em uma casa usada como refúgio no distrito Seis de Outubro, nos arredores do Cairo. A Polícia matou outros 16 supostos terroristas em uma operação na região de Abne al Giza, na estrada a oeste de Gizé. Outras 10 pessoas acusadas de terrorismo morreram em um esconderijo na região residencial de Ibn Beitek, na cidade de Arish, capital da província do Norte do Sinai, no noroeste.

O grupo tinha grande quantidade de artefatos explosivos, armas de fogo e munição de vários calibres e material para a fabricação de bombas, acrescenta o comunicado, que não identifica a que grupos terroristas pertenciam os suspeitos.

A detonação da bomba, de fabricação caseira, ocorreu às 18h15. Segundo o jornal Al Ahram, o explosivo estava preso a uma parede na rua Mariutiya. As autoridades egípcias em seguida isolaram a região, e iniciaram as investigações para descobrir a identidade dos responsáveis.

Até agora nenhuma organização terrorista reivindicou a ação e as autoridades também não o atribuíram a ninguém. O grupo violento mais perigoso que atua no Egito é o Wilaya Sina, filial do autodenominado Estado Islâmico (EI). Por mais que o principal centro de operações do EI seja seu feudo na península do Sinai, a partir de 2015 foi estendendo seus tentáculos para o resto da geografia egípcia. A probabilidade de sua autoria é alta, já que é o único grupo terrorista que colocou o turismo em sua mira.

O ataque contra o ônibus pode ser um golpe duro ao setor turístico egípcio, um dos carros-chefes da economia local, exatamente quando começava a se recuperar do péssimo ano de 2015. No fim daquele ano, o EI derrubou um avião civil no Sinai provocando a morte de seus 224 tripulantes, a maioria turistas russos. Um ano antes, uma explosão em um ônibus de turistas no Sinai causou a morte de quatro pessoas. Nos últimos três anos, ocorreu apenas um ataque fatal contra turistas, o que explica que o Egito tenha sido em 2017 o país que registrou maior aumento anual de visitantes estrangeiros, com 55%, chegando a 7,5 milhões.

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