sexta-feira, 18 outubro 2019
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Eclipse Cross: o pagodeiro subiu a montanha – Primeiro Plano

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PORTO ALEGRE (RS) – No início dos anos 1990, quando o então presidente (e suposto salvador da pátria) Fernando Collor de Melo abriu as importações de automóveis, o Mitsubishi Eclipse tornou-se um dos automóveis mais cobiçados do país. O belo cupê japonês tornou-se a viatura oficial de jogadores de futebol e pagodeiros, junto com o Mustang (de quarta geração). O carro ainda fez sucesso no cinema, com “Velozes e Furiosos”, e na febre do Tuning. Agora o Eclipse retorna ao mercado brasileiro com o sobrenome Cross.

Trata-se de um utilitário-esportivo (SUV) compacto que chega para ampliar a gama da marca japonesa. Importado do Japão, o jipinho se posicionará entre o ASX e o Outlander. O modelo é oferecido em versão única, HPE-S, ao preço de R$ 149.990. A Mitsubishi também oferece o jipinho com tração integral, o que eleva o preço para R$ 155.990.

Conteúdos

Com exceção do sistema de tração S-AWC, o Eclipse Cross 4×2 oferece os mesmos conteúdos, como: banco do motorista com ajuste elétrico, direção elétrica, central multimídia (com conexão Apple CarPlay e Android Auto, USB e navegador GPS), ar-condicionado digital de duas zonas, controle de cruzeiro adaptativo (ACC), Head-Up Display (projeção na altura do para-brisas), acendimento automático dos faróis e limpadores do para-brisas, sensor de estacionamento dianteiro e traseiro, sete airbags (frontais, laterais, cortina e joelho para o motorista), teto solar panorâmico, faróis em LED e rodas aro 18.

Design

O Eclipse Cross chama atenção pelo design, com vincos pronunciados na lateral e apenas duas janelas, como no Honda HR-V. Os engenheiros da marca carregam no discurso e chamam o jipinho de cupê, mas de cupê ele só tem o nome. O ponto controverso do modelo é o para-brisa traseiro bipartido, que realça as formas do utilitário. Com 4,40 metros de comprimento, oferece bom espaço para quatro ocupantes, em função dos 2,67 metros de entre-eixos. Já o volume do bagageiro é de 473 litros.

Conjunto mecânico

O jipinho é equipado com motor turbo 1.5 de 165 cv e 25,5 mkgf de torque. Segundo os engenheiros todo o torque do motor é disponível a partir dos 1.800 rpm. Apesar da boa oferta de torque, os 1.600 quilos do carro acabam comprometendo na performance. Já a transmissão é do tipo CVT e tem programação de oito marchas e modo esportivo com trocas no volante. 

Na versão integral, o jipinho recorre ao sistema S-AWC herdado do esportivos Lancer Evolution X. O sistema atua de forma integrada com o controle de tração e oferece vetorização de torque, que é a distribuição de torque de forma independente para cada roda, </CW><CW0>que auxilia na correção de possíveis saídas de frente em curvas.

A suspensão é independente nas quatro rodas com sistema McPherson no eixo dianteiro e multilink na traseira. Segundo a Mitsubishi, o modelo conta com buchas especiais com mola no diâmetro interno que auxiliam na absorção de impactos. 

Na estrada ele se mostrou extremamente dinâmico e a eletrônica atua de forma imediata quando se desafia as leis da física. Motor e caixa respondem bem, mas não fazem dele nenhum alazão, como era o saudoso Eclipse!

Rivais

A Mitsubishi escala como concorrentes do utilitário modelos como Hyundai (New) Tucson, Kia Sportage, Jeep Compass, Mercedes-Benz GLA, BMW X1 e Volvo XC40. No entanto, pelo preço e motorização, o jipinho japonês briga diretamente com o Peugeot 3008.

Fato é que o Eclipse Cross é a prova cabal de que no mercado automotivo a espaço para qualquer modelo, desde de que seja um utilitário-esportivo!

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