sábado, 19 outubro 2019
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Depoimentos de nove testemunhas são esperados no segundo dia de audiências do caso do jogador Daniel – Esportes

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Acontece nesta terça-feira (19) no Fórum de São José dos Pinhais, no Paraná, o segundo dia de audiências do caso do jogador mineiro Daniel Correa Freitas, torturado e assassinado em outubro do ano passado no município. No primeiro dia de oitivas, na segunda-feira (18), prestaram depoimento três testemunhas de acusação.

Já nesta terça, estava previsto que fossem ouvidas nove pessoas, entre elas testemunhas sigilosas indicadas pelo Ministério Público do Estado. Além dos declarantes sigilosos, também era esperado que fossem ouvidas neste segundo dia de trabalhos os familiares do jogador, entre eles a mãe e a ex-namorada da vítima, e alguns dos policiais que participaram da investigação do assassinato. 

No total, foram arroladas pela defesa da família Brittes (acusados do homicídio) 48 testemunhas. Já por parte da acusação, foram apontadas 14 testemunhas. Assim como no primeiro dia, a audiência teve início às 9h e a previsão é que as oitivas aconteçam até as 19h. A sessão é presidida pela juíza Luciani Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Relembre o caso

Nascido em Juiz de Fora e criado em Conselheiro Lafaiete, Daniel Correa tinha contrato com o São Paulo até dezembro e estava emprestado ao São Bento de Sorocaba. Revelado pelo Cruzeiro, ele jogou ainda pelo Botafogo e Coritiba.

O corpo de Daniel foi encontrado em um matagal de São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, no dia 27 de outubro. O corpo tinha sinais de tortura – sua cabeça estava quase degolada e o pênis decepado. O empresário Edison Brittes Júnior confessou o crime e afirmou que foi movido por violenta emoção, ao flagrar o jogador de futebol tentando estuprar a mulher, Cristiana. A Polícia Civil descarta a possibilidade de tentativa de estupro. 

Dentro da casa, Brittes teria espancado Daniel, com a ajuda de outros convidados da festa. Depois, o jogador foi colocado no porta-malas de um carro e levado para o matagal. Além de Brittes, outros três jovens estavam no veículo: Eduardo Silva, Ygor King e David Willian da Silva. O empresário e os três jovens que participaram da execução foram indiciados pela Polícia Civil do Paraná por homicídio qualificado e ocultação de cadáver.

Já a mulher de Edison, Cristiana Brittes, e a filha do casal, Allana, serão indiciadas por coação de testemunha e fraude processual – por terem mentido em seus depoimentos à polícia e por terem limpado a casa após o espancamento. A sétima pessoa presa no caso, Eduardo Purkote será indiciado por lesões corporais graves.

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