segunda-feira, 18 novembro 2019
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Curta com moderação: visitar bebês exige, sim, uma dose de bom-senso – Plural

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Quando um bebê chega ao mundo, a reação de muita gente é correr até a maternidade para vê-lo. Para boa parte dos parentes e amigos, quanto antes a visita, melhor. Na prática, porém, não é bem assim. Pelo menos não para os pais.

Recentemente, a apresentadora Sabrina Sato dividiu opiniões ao se posicionar sobre o assunto, estabelecendo regras para quem fosse conhecer a filha Zoe. Deu o recado por meio de um quadrinho no próprio quarto do hospital. Na mensagem, barrou mão suja e cheiro de cigarro, por exemplo. 

Peneira 

Alvo de críticas, a apresentadora não está sozinha ao limitar o contato da recém-nascida, ao menos nos primeiros meses de vida, com outras pessoas. 

Em Belo Horizonte, a advogada Lília Carvalho Finelli, de 30 anos, promoveu um concurso gastronômico para escolher quem teria “direito” a conhecer, em primeira mão, Cecília. 

No evento, que substituiu o tradicional chá de fralda, cada convidado levou uma receita feita em casa e que foi avaliada e julgada. “Não queríamos visitas nos primeiros três meses. E, lendo um livro sobre o puerpério, vi que nos Estados Unidos é comum as pessoas levarem comida para a mãe nessa fase. Surgiu, então, a ideia do MasterChef da Cecília”, conta. 

Só família

Além dos três ganhadores, na casa dela somente avós e tios estiveram até agora – assim mesmo, de forma bem pontual e discreta. “Meu irmão vem, lava a louça, dá uma arrumada na casa e vai embora. Às vezes nem nos vemos”.

O mesmo não aconteceu na maternidade. “Se pudesse voltar atrás, limitaria as visitas por lá também. Recebi tanta gente que o porteiro perguntou ao meu marido se eu era famosa”. 

Para matar a curiosidade dos familiares que ainda não foram “liberados”, Lília criou outra estratégia inusitada. Grava áudios narrando momentos curiosos e engraçados da menina e os envia pelo WhatsApp. “Sempre fui muito direta. Quis dar um tom descontraído para que ninguém ficasse chateado. De maneira geral, a reação foi positiva”, diz.

Chá de apresentação

Analista de planejamento econômico e orçamento, Germana Costa Ruiz, de 30 anos, também fez valer as vontades dela e do marido logo que Isadora, hoje com 4 meses, nasceu. 

No dia seguinte ao parto, enviou mensagem de texto a parentes e amigos próximos informando que seriam avisados quando visitas fossem liberadas. 

Para facilitar as coisas, há uma semana, a sogra da moça promoveu um lanche entre as amigas mais íntimas na própria casa, numa espécie de “apresentação” coletiva da neta. 

Aos poucos, Germana também faz o prometido contato com os conhecidos – solicitando que avisem dia e hora da visita. “Para evitar de vir muita gente ao mesmo tempo”. Mãe de Pedro, Thiago e João, de 5 meses, a ginecologista Thaciana Lomeu, de 33 anos, foi menos discreta, mas igualmente delicada, ao pontuar as experiências que gostaria de ter (ou evitar) com as visitas dos trigêmeos. Compartilhou no Instagram um post com “dicas para visitar o recém-nascido”.

Ela conta que já planejava uma estratégia nesse sentido, mas que foi motivada principalmente pelo que viveu na maternidade. “Percebi que precisava tornar públicas algumas dicas sobre o assunto”, revela. 

Segundo Thaciana, a maioria dos comentários e reações à publicação virtual foi positiva. Algumas pessoas, entretanto, na opinião dela, podem ter deixado de conhecer o trio por não concordarem com uma ou outra orientação. Problema nenhum para a mãe. “Na minha opinião, esse é um papel elementar dos pais: estabelecer limites e fazer escolhas para o bom andamento da família”. 

Bom senso e limite

Consultora de etiqueta em BH, Paula Curi diz que é fundamental ter bom senso e limite na hora de visitar um bebê. “É um momento de adaptação. Importante que haja empatia e que cada um se coloque no lugar daquela mãe”. 

Na opinião dela, é perfeitamente cabível impor regras ou condições tanto para as visitas quanto para as condutas durante elas, desde que haja cuidado e gentileza ao se posicionar. 

“Tudo é a forma de falar. Ninguém precisa ser grosseiro, basta falar com jeitinho e cultivar as amizades”, ensina.

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