quinta-feira, 24 outubro 2019
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Comércio de BH espera gerar 7 mil vagas e faturar R$ 600 mi com o Carnaval – Primeiro Plano

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O comércio está otimista com o maior Carnaval da história de Belo Horizonte. A estimativa é a de que sejam injetados R$ 600 milhões na economia da capital nos 23 dias da festa – do último sábado (16), quando foi oficialmente aberta a folia, até o domingo pós Quarta-feira de Cinzas (10 de março). O montante é 20% maior em relação ao ano passado. Aproximadamente 7 mil empregos temporários devem ser gerados para atender aos mais de 4,6 milhões de foliões. Uma multidão que animou até os shoppings a surfarem na onda do confete e da serpentina. 

“Algumas lojas, como de festas, fantasias e decoração, devem abrir até mesmo durante o feriado para aproveitar ao máximo o fluxo de pessoas na cidade”, disse o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, após reunião, ontem, com a Belotur e cerca de 30 empresários e representantes do comércio.

Bares, restaurantes e hotéis também vão funcionar normalmente no período da folia e devem aumentar o número de funcionários para dar conta da demanda. “É a época de maior movimento na cidade. Certamente haverá contratação de pessoal”, disse Souza.

Com 515 blocos de rua, oito palcos espalhados pela capital e desfiles de escolas de samba, a expectativa é que a movimentação carnavalesca renda bons frutos durante o ano todo. “Uma pesquisa que encomendamos da Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) mostrou que, no ano passado, cada R$ 1 investido pela Belotur significou um impacto de R$ 39,40 na economia de BH”, contou o presidente da Belotur, Gilberto Castro. 

De olho no retorno financeiro, o órgão decidiu praticamente dobrar o investimento neste ano. “Vamos injetar aproximadamente R$ 13 milhões na estrutura da festa”, afirmou. O valor não inclui os gastos da SLU, BHTrans, Guarda Municipal, Saúde e Fiscalização, que só poderão ser mensurados após o fim da folia.

Vagas temporárias

Para o diretor do Sindicato dos Empregados do Comércio de BH e Região Metropolitana, Wantuir Marques, a expectativa é a de que sejam gerados pelo menos 7 mil postos de trabalho, 2 mil a mais que em 2018. “Nossa única preocupação é em relação à formalidade dessas vagas. Os trabalhadores precisam exigir, pelo menos, um contrato de trabalho temporário, para se resguardar”, afirmou ele, defendendo que a orientação é uma tentativa de dar mais segurança aos trabalhadores. 

Ainda de acordo com o diretor do sindicato, as vagas são para bares, restaurantes, hotéis e lojas. Os salários devem ser a partir de R$ 1.200. “É uma boa oportunidade para quem está desempregado, embora as chances de efetivação sejam pequenas”, disse. 

O presidente da Associação dos Comerciantes do Hipercentro, Flávio Fróes, espera que as lojas da região tripliquem as vendas, na comparação com uma semana comum. “As lojas de aviamento, vestuário, fantasias e produtos de festa já estão com um bom movimento desde o mês passado”, disse ele, que recomenda que os lojistas reforcem estoques. “Quem não se preparar para esse aumento da população provavelmente ficará desabastecido”, alertou. 

Mercado Central

Um dos principais pontos turísticos de BH, o Mercado Central também deve lucrar bastante com o Carnaval. Além de servir como estrutura de apoio ao folião, com bares, restaurantes e banheiros, o espaço deve receber muitos visitantes que passarão por ali pela primeira vez. 

“Esperamos que as vendas aumentem 20% em relação a 2018. Como estamos no hipercentro, muitas pessoas passam na porta para acompanhar os blocos e acabam entrando para conhecer e consumir”, disse o superintendente do Mercado, Luiz Carlos Braga. O local ficará aberto das 7 às 14h durante o feriadão, uma hora a mais que o habitual. “E podemos estender até às 15h, se o movimento estiver muito bom”, garantiu.

Shoppings

Diante do gigantismo da festa, lojistas de shoppings de BH também resolveram colocar o bloco na rua. A superintendente do Shopping Cidade, Luciana Starling, disse que no ano passado os empresários foram pegos de surpresa. Já neste ano, a preparação começou bem antes da data oficial. “Já estamos nos organizamos junto com a Belotur e a CDL, para que sejamos parte da estrutura do Carnaval e possamos receber o folião, que é o nosso cliente, com a estrutura adequada e as lojas funcionando”, afirmou ela, que já notou aumento de 12% no fluxo de clientes e espera que as vendas cresçam 40% até o fim da folia.

O setor de alimentação é o que mais deve se beneficiar, já que não faltarão foliões com sede e fome depois da maratona de blocos. Mas as lojas de vestuário também aproveitam a folia para lançar coleções temáticas. “Temos agora a moda bloquinho e as vitrines já estão decoradas com os temas da festa”, afirmou a superintendente do DiamondMall, Lívia Paulucci. O shopping também vai oferecer eventos com foco nas crianças, como oficinas de fantasias e de marchinhas. “Estamos reforçando o efetivo de limpeza e segurança para dar conta de atender bem o pessoal”, contou.

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