segunda-feira, 14 outubro 2019
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Com que roupa eu vou?

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A derrota de 2 a 0 para o Boca Juniors, da Argentina, na última quarta-feira, em La Bombonera, na partida de ida pelas quartas de final da Copa Libertadores, reforça ainda mais uma decisão já tomada pelo Cruzeiro: o uniforme de 2019 terá a camisa número 2, tradicionalmente branca, lançada como peça principal da coleção e talvez antes mesmo da número 1, que é azul.

A diretoria já acerta os detalhes da coleção 2019 com a Umbro, que é a fornecedora de material esportivo do clube. O lançamento acontece no início da próxima temporada (fevereiro ou março).

E a ideia cruzeirense é valorizar a segunda camisa, que até 2018 carregava fama de pé-quente, numa história que começa com a conquista da Taça Brasil de 1966, sobre o poderoso Santos, de Pelé, com uma vitória por 3 a 2, de virada, no Pacaembu, após perder o primeiro tempo por 2 a 0, com Procópio, Piazza, Tostão, Dirceu Lopes, Natal e companhia totalmente vestidos de branco.

Pode parecer estranho colocar tanto peso na camisa diante da falta de objetividade e intensidade ofensiva do time de Mano Menezes contra o Boca Juniors, num confronto em que erros defensivos também foram cometidos – o mais grave deles no segundo gol xeneize –, isso sem falar no erro do árbitro na expulsão injusta do zagueiro Dedé. Mas quem vive o mundo do futebol sabe que a superstição é um ingrediente muito presente. E foi ela que fez o Cruzeiro jogar com uma camisa prata, a número três, em La Bombonera, e não com a dois, que ganhou fama de pé-frio entre dirigentes e, principalmente, torcedores do clube.
 
COPA DO MUNDO
A camisa número dois do Cruzeiro, batizada pela Umbro de Blàr Vikingur, por fazer referência à seleção da Islândia, que disputou a Copa do Mundo da Rússia vestida pela mesma marca, parece não trazer sorte ao time do técnico Mano Menezes. Ela já estreou com uma derrota de 1 a 0 para o Grêmio, dentro do Mineirão, na primeira rodada do Campeonato Brasileiro.

No total, foram cinco jogos cruzeirenses com a Blàr Vikingur até agora. E o retrospecto é de dois empates e três derrotas, com apenas dois pontos conquistados em 15.

O péssimo desempenho homenageando os islandeses não teve influência no lançamento da camisa 3, prata, que saiu na época prevista mesmo. Mas ela também começa sua história da mesma forma que a Blàr Vikingur. Estreou com uma derrota de 1 a 0 para o Flamengo, no Maracanã, pelo Brasileirão. Na última quarta-feira, foi usada pela segunda vez nos 2 a 0 diante do Boca Juniors.

O trauma cruzeirense com sua segunda camisa é tão forte, que no jogo de ida das semifinais da Copa do Brasil, contra o Palmeiras, no Allianz Parque, há pouco mais de uma semana, o time de Mano Menezes entrou em campo com a camisa azul, embora o ideal, pelos procedimentos adotados atualmente, fosse jogar com uma cor clara, para não bater com o verde escuro palmeirense.

Em La Bombonera, o azul foi usado pelo mandante Boca Juniors. E para evitar a Blàr Vikingur, o Cruzeiro entrou em campo com uma camisa prata e calção e meia brancos. Na partida de volta, dia 4 de outubro, às 21h45, no Mineirão, a Raposa estará em campo com seu primeiro uniforme.

Reverter o 2 a 0 é uma missão difícil, principalmente porque na Copa Libertadores o gol fora de casa vale em dobro. Para buscar a vaga nas semifinais, muito mais que a camisa azul, o Cruzeiro vai precisar de mais entrega e brilho de quem a estiver vestindo.

CAMPANHA
Outros clubes brasileiros que têm a mesma fornecedora de material esportivo do Cruzeiro também tiveram camisas homenageando seleções que disputam o Mundial da Rússia usando a mesma marca.

E um desses mantos gerou muita polêmica. Foi o do Atlético-PR, que homenagearia a Espanha, mas nunca entrou em campo com essa camisa após a repercussão ruim nas redes sociais.

Os outros clubes na ação são o Avaí, em alusão aos Le Bleus, a França; Bahia, que homenageou a anfitriã Rússia; Grêmio, celebrando o Uruguai; Chapecoense, lembrando a Colômbia; e o Santos, com as cores da Inglaterra.

 

 

 

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