sexta-feira, 18 outubro 2019
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Baixa adesão à Tarifa Branca – Geral

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Uma oportunidade de economizar energia é desconhecida de um grande número de mineiros, que acabam perdendo a chance de ter uma redução de até 20% na conta da Cemig. Desde o ano passado já está valendo a Tarifa Branca, uma modalidade que sinaliza aos consumidores a variação do valor da energia conforme o dia e o horário do consumo. Ela é vantajosa para quem tem maior consumo em horários fora do pico, como de 22h às 15h59 (veja valores na tabela). Em Montes Claros, segundo a Cemig, o número de adeptos é pouco expressivo.

A tarifa foi criada em 2016, mas só começou a valer em 2018, para as novas ligações e para as unidades consumidoras com média anual de consumo superior a 500 kWh por mês. Neste ano pode optar pela modalidade de cobrança as unidades consumidoras com média anual de consumo superior a 250 kWh por mês e, em 2020, para as demais unidades consumidoras.

Segundo Lucas Antônio Correa Martins, engenheiro de processos comerciais da Cemig, com a Tarifa Branca o consumidor passa a ter possibilidade de pagar valores diferentes em função da hora e do dia da semana.

“Se o consumidor adotar hábitos que priorizem o uso da energia elétrica fora do horário de ponta de consumo (horário de pico), a opção pela Tarifa Branca oferece a oportunidade de reduzir o valor da conta”, explica.

O sistema da tarifa branca prevê três faixas de cobrança da energia: fora de ponta, intermediária e ponta. Fora de ponta é o período do dia em que a distribuidora registra menor demanda por eletricidade e, por isso, ela será mais barata para o cliente. Na faixa intermediária e de ponta vão estar os horários em que a demanda é maior e, por isso, a energia terá um preço mais alto. 

O chamado horário de pico tem duração de três horas consecutivas definidas pela distribuidora considerando a curva de carga de seu sistema elétrico – na Cemig esse horário é de 17h às 20h.

O intermediário será sempre uma hora antes e uma hora depois do horário de pico – na Cemig é de 16h às 17h e de 20h às 21h. A divisão pelas três faixas de consumo será válida apenas para os dias úteis, nos fins de semana será cobrado sempre o valor referente ao fora de ponta, ou seja, mais barato.

O engenheiro esclarece que o objetivo principal da Tarifa Branca é “estimular a redução do uso de energia no horário de pico para reduzir ou adiar investimentos no sistema elétrico”.

Lucas ressalta ainda que os benefícios para o cliente são satisfatórios, porém é preciso fazer uma análise. “O consumidor precisa avaliar se ele tem condições de mudar seus hábitos de consumo, evitando a utilização de equipamentos que consomem muita energia, como chuveiros elétricos, aquecedores, ventiladores, ferro de passar roupa e ar-condicionado no horário de pico de consumo (entre 16h e 21h)”, afirma.

Entretanto, o engenheiro deixa claro que caso o consumidor não consiga evitar o consumo no horário de pico, a adesão à Tarifa Branca pode resultar em uma conta mais cara.

“Antes de optar pela Tarifa Branca é preciso que faça uma análise sobre o seu perfil de consumo e os hábitos de utilização da energia elétrica ao longo do dia, comparando-os com os períodos de ponta (pico) e intermediário”, alerta.

De acordo com o engenheiro, o número de pessoas que aderiram à tarifa em Montes Claros é ainda pouco expressivo, sem revelar o montante.

 

COMO ADERIR

Lucas Antônio esclarece que todos os consumidores de energia elétrica podem aderir à Tarifa Branca, com exceção dos beneficiados com a tarifa social e da classe iluminação pública.

Para isso, os clientes precisam formalizar a solicitação de adesão por meio dos canais de atendimento, e a Cemig deverá atender à solicitação em até 30 dias.

Além disso, o consumidor que se arrepender e quiser voltar à tarifa convencional poderá fazer isso novamente somente após seis meses.

* Estagiária sob supervisão do editor

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https://onorte.net/geral/baixa-ades%C3%A3o-%C3%A0-tarifa-branca-1.697217

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