terça-feira, 12 novembro 2019
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Atlético-MG é o time brasileiro mais injustiçado da história, diz jornalista

A opinião – e pode ter gente que discorde, claro – é do jornalista Sérgio Xavier Filho, autor do recém-lançado livro “17 Grandes Polêmicas do Futebol Brasileiro”

O Atlético do fim dos anos 1970 e início dos anos 1980 foi o time mais injustiçado da história do futebol brasileiro. A opinião – e pode ter gente que discorde, claro – é do jornalista Sérgio Xavier Filho, autor do recém-lançado livro “17 Grandes Polêmicas do Futebol Brasileiro”, da revista Placar, publicado pela editora Abril.

A seguir, um trecho spoiler do livro – sem querer tirar a graça do autor, até porque ele já falou do assunto em programa nacional de TV fechada. “Aquele Atlético merecia muito mais. Pelo pacote, pode ser considerado o time mais injustiçado do futebol brasileiro”, escreveu.

Ao Super FC, Sérgio Xavier explicou como chegou à conclusão do mais prejudicado, ficando dividido entre duas equipes. “Eu fui pensando em dois critérios, de como foi prejudicado e do porquê foi prejudicado. O primeiro é a arbitragem, do roubo, etc. E, o segundo, porque deveria ter ganho mais títulos do que ganhou. E teve azar, pegou uma equipe muito boa… Fui peneirando isso e cheguei em dois candidatos: Portuguesa e Atlético”, destacou.

O fatídico jogo desempate entre Atlético e Flamengo, no Serra Dourada, em 1981, contribuiu para o veredito do autor. “Foi o jogo mais inacreditável em termos de arbitragem que eu vi. E eu revi esse jogo agora para escrever o livro. As lembranças que tive ficaram mais acentuadas. Foi algo fora de qualquer parâmetro. O José Roberto Wright estava muito louco, para dizer o mínimo”, ressaltou.

Na ocasião, o Galo teve cinco jogadores expulsos. Com apenas seis alvinegros em campo, Wright encerrou a partida. O Flamengo, posteriormente, foi declarado vitorioso.

Sérgio Xavier Filho foi editor da revista Placar por 20 anos e atualmente é comentarista do canal SporTV. Ele explica que a quantidade de temas polêmicos foi escolhida aleatoriamente.

“Por que 17? Esse número não tem nenhuma razão. Foi o número que eu parei, simplesmente. São questões que, ou incomodaram pelo jeito parcial que esssas questões são lidadas por todo mundo, quase uma forma de plebiscito. Cada polêmica que fui colocando, fui pensando em oferecer para quem lê um combustível para buteco”, avisou.

Tite é maior que Telê? Os títulos nacionais podem ser unificados? O Corinthians ganhou em 2005 na mão grande? O que aconteceu com Ronaldo na Copa 98? Os 7 a 1 poderiam ter sido evitados?

Essas e outras perguntas são respondidas com números, fatos, análises e pesquisa, mas deixa claro que “a verdade não tem dono no futebol”, mas que o livro é um “honesto material de apoio”.

Confira o bate-papo completo com o autor do livro no Super FC Mesa Redonda desta terça-feira, a partir das 20h.

Com informações do O Tempo.

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