terça-feira, 25 junho 2019
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Ataques ao PT e propostas para economia são destaque em mais um debate entre os presidenciáveis – Primeiro Plano

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A menos de duas semanas das eleições, mais um debate entre os candidatos à Presidência da República foi realizado nesta quarta-feira (26). Em meio a críticas e troca de acusações, os presidenciáveis apresentaram propostas para colocar o Brasil de novo nos trilhos e fazer a economia crescer.

Participaram do debate os candidatos Fernando Haddad (PT), Ciro Gomes (PDT), Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (Rede), Alvaro Dias (Podemos), Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Boulos (PSOL) e Cabo Daciolo (Patriota). O candidato Jair Bolsonaro, internado desde que sofreu um atentado, não compareceu ao debate mediado pelo jornalista Carlos Nascimento e produzido pelo SBT, em parceria com o jornal Folha de São Paulo e o Portal Uol. 

No primeiro bloco, os candidatos fizeram perguntas entre si. Guilherme Boulos (PSOL) foi o primeiro a perguntar e escolheu o candidato Alckmin (PSDB). Ele perguntou sobre o dinheiro da merenda das escolas de São Paulo e sobre o fechamento de algumas instituições. Alckmin se limitou a falar sobre a boa avaliação da Educação no Estado e alegou que nenhuma escola foi fechada, o que houve, segundo ele, foi uma redução no número de estudantes. 

Ciro e Haddad falaram sobre infraestrutura. O candidato do PDT disse que um presidente precisa conhecer as diferenças do país e Haddad prometeu retomar as grande obras, se eleito. No terceiro embate, o tucano Geraldo Alckmin perguntou a Alvaro Dias sobre propostas para reverter o desemprego e o déficit habitacional. O candidato do Podemos disse que é preciso fazer uma reforma fiscal e combater a corrupção para melhorar a condição de vida da população. 

Já Alvaro Dias perguntou para o candidato Henrique Meirelles sobre os empréstimos feitos durante a sua gestão à frente do Ministério da Fazenda a empresas por meio do BNDES. O candidato do MDB afirmou não ter emprestado, mas cobrado os valores, e trabalhado para diminui os empréstimos. 

A desigualdade no país foi o tema da pergunta de Marina Silva para Guilherme Boulos. Ela prometeu investir em Educação e implantar o programa bolsa-jovem para combater a evasão escolar. Boulos destacou que o Brasil precisa de investimento público e que é preciso ter coragem de fazer os ricos pagarem impostos e combater privilégios.

Meireles terminou o bloco perguntando para o Cabo Daciolo também sobre redução da desigualdade social. Daciolo ironizou falando que a democracia é uma delícia, quando um banqueiro pergunta para um bombeiro sobre esse tema. Meirelles também ironizou dizendo que Daciolo precisa se informar mais e afirmou que não foi banqueiro, mas bancário. 

Segundo bloco

No segundo bloco, jornalistas fizeram perguntas para os candidatos. O primeiro entrevistado foi Ciro Gomes, que falou sobre a composição do governo, caso eleito. Ciro disse que metade desse grupo vai ser de mulheres. Ele destacou ainda que prefere governar sem nenhum representante do PT, nem do MDB.

Fernando Haddad disse que Lula está injustamente preso e não vai medir esforços para corrigir essa injustiça. Já Geraldo Alckmin afirmou que o Brasil só vai mudar com as reformas e que ele vai trabalhar para retomar a economia. Guilherme Boulos defendeu a participação popular por meio de plebiscito e referendos e disse que levaria questões sobre o uso recreativo de drogas para decisão da população. 

Marina Silva foi perguntada sobre quem apoiar no segundo turno e disse que está confiante que ela estará nele. “Nós temos aqui sete homens e uma mulher. E eu espero estar no segundo turno”, destacou. Henrique Meirelles disse que o Brasil vive uma situação de injustiça, que ele pretende corrigir e fez questão de destacar que não faz parte do governo Temer. Perguntado se daria algum ministério ao atual presidente, Meirelles desconversou.

Cabo Daciolo defendeu programas sociais como o ProUni e o Bolsa Família e criticou a corrupção. Alvaro Dias também destacou a corrupção e disse que pretende evitar a volta de uma organização criminosa ao poder.

Terceiro bloco

Candidatos voltaram a fazer perguntas um para o outro no terceiro bloco. Meirelles foi o primeiro a perguntar para Alckmin. O candidato do MDB criticou o metrô de São Paulo e disse que melhorias demoraram a acontecer. Já o candidato tucano disse que o metrô foi ampliado e, se eleito, vai investir em projetos de infraestrtura, que vão gerar empregos.

Em pergunta para Meirelles, Haddad destacou que foi ministro da Educação por sete anos, período em que abriu as portas das universidades para o jovem trabalhador com o ProUni. A política voltada para mulheres foi o destaque da pergunta de Mariana para Alvaro Dias. Ambos destacaram a necessidade de abrir mais vagas em creches e de melhorar o atendimento às mulheres nas unidades de saúde. 

Alvaro Dias e Fernando Haddad falaram sobre imposto. Dias quer aumentar o teto de desconto do Imposto de Renda e Haddad reforçou que é preciso trabalhar a receita para reduzir essas taxas. 

Alckmin e Ciro falaram sobre saúde. O candidato do PDT falou da criação de um fundo para premiar unidades de saúde que conseguirem atingir metas de melhorias. O tucano disse que quer investir em atendimento primário, saneamento básico e acesso a medicamentos.

Daciolo e Marina discursaram sobre o Fundo Partidário Eleitoral. A candidata disse que é dinheiro público em grande quantidade para as campanhas políticas, que poderia ser reduzido. Ciro e Boulos apresentaram propostas para o primeiro emprego. Boulos citou a retomada do Jovem Aprendiz e Ciro falou do Ensino Médio integral com curso profissionalizante e encaminhamento ao estágio.

O debate começou às 17h45 e durou cerca de 1h30.

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