quinta-feira, 17 outubro 2019
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Após denúncias de estudantes, UFMG propõe ações contra assédio e diz que vai punir agressores – Horizontes

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A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) anunciou nesta sexta-feira (31) uma série de medidas nas unidades do Campus Saúde, Faculdade de Medicina, Hospital das Clínicas e Escola de Enfermagem, após a divulgação de casos de assédio moral e sexual dentro da universidade. 

Durante uma reunião à tarde entre representantes do Coletivo Alzira Reis, residentes do Hospital das Clínicas e estudantes dos diretórios acadêmicos dos cursos de Medicina, Fonoaudiologia, Enfermagem, Nutrição, Gestão Hospitalar e Tecnologia em Radiologia ficou definido que as denúncias feitas na página do Coletivo Alzira Reis do Facebook deverão ser feitas formalmente juntos às unidades.

Essas denúncias serão analisadas por um grupo de trabalho, que será formado por representantes dos professores, funcionários, do coletivo, além de um estudante por unidade representando os diretórios acadêmicos. 

Após a exposição das agressões, as vítimas que precisarem de atenção médica e acolhimento vão ser atendidas no Ambulatório de Violência Contra a Mulher da UFMG, localizado dentro do HC. A UFMG também se propôs a fazer campanhas de conscientização sobre o assédio sexual e moral para estimular as denúncias e essas ações devem ser estendidas para toda a universidade. Uma ouvidoria no Campus Saúde também vai ser criada.

A UFMG informou ainda que repudia e não compactua com os atos relatados na página do Coletivo Alzira Reis no Facebook e que se solidariza com as vítimas. A universidade esclarece que vai tomar todas as atitudes cabíveis, dentro de suas normas institucionais, para punir e coibir tais ações.

Denúncias de assédio

O Coletivo Alzira Reis criou um formulário online para que casos de assédio dentro da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) fossem denunciados. O coletivo fica no Campus Saúde, na avenida Alfredo Balena, região Centro-Sul de Belo Horizonte. Em apenas seis dias, cerca de 100 denúncias foram recebidas. 

O grupo se propõe a acolher mulheres que sofreram opressão na universidade, debater o machismo no contexto universitário, intervir e promover a reflexão do feminismo e discutir a forma como a saúde da mulher é abordada pelos cursos. Em cerca de uma semana, dezenas de denúncias foram recebidas, e o caso chegou à direção da Faculdade de Medicina.

Denúncias:

Leia mais:

Alunas da saúde da UFMG denunciam assédios de professores e colegas

 

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