sexta-feira, 18 outubro 2019
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Após chuva ameaçar o clássico, América e Cruzeiro empatam, e ‘entregam’ liderança para o Atlético – Esportes

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Depois de uma forte chuva que suspendeu o início do jogo e colocou em risco o adiamento da partida, América e Cruzeiro fizeram o clássico que definiu o líder do Campeonato Mineiro na rodada de número sete. No estádio Independência, Coelho e Raposa ficaram no empate em 0 a 0, resultado que agradou ao Atlético, novo primeiro colocado, já que o Alvinegro venceu o Tupi no sábado, também no Horto, e chegou aos 16 pontos.

Com o empate, tanto o América como o Cruzeiro ficaram com 15 pontos. O Alviverde, pelos critérios de desempate, é o segundo na tabela, e o time celeste fica na terceira colocação.

Chuva

Por causa da forte chuva, o que ajudou a partida acontecer foi a drenagem do gramado, que em meia hora praticamente minimizou todas as poças d’água que estavam no campo. E, claro, o fato de a intensidade da chuva ter diminuído nas imediações do estádio. 

Apesar do preço popular do ingresso, o estádio Independência recebeu um público muito baixo. O América liberou como de costume apenas o setor superior Ismênia para a torcida visitante, deixando vazio o setor inferior, ocupado por um grande escudo do clube apenas. 

Somente com o fechamento dessa área da arquibancada, que poderia ter sido ocupada pelo torcedor visitante, a diretoria do Coelho deixa de arrecadar uma boa quantia para o clube, que tem dificuldades de encher sua casa. 

O Jogo

Dentro do campo a partida foi disputada, mas sem tanto brilho. O Cruzeiro teve mais chances de abrir o placar e fez o goleiro Fernando Leal trabalhar com mais frequência. 

A primeira grande oportunidade da Raposa aconteceu aos 14 minutos. O meia-atacante Marquinhos Gabriel recebeu passe na intermediária, bateu para o gol e a bola desviou no zagueiro Diego Jussani, passando muito perto do ângulo esquerdo de Fernando Leal. 

Quatro minutos depois foi o ex-americano Rodriguinho que arriscou de fora da área, mas a bola passou por cima da meta alviverde. 

A melhor oportunidade do Coelho saiu dos pés do volante Zé Ricardo. Se aproveitando do gramado molhado, o meio-campista mandou um “balaço” de fora da área, obrigando Fábio a se esticar todo para defender.

Na saída para o intervalo o zagueiro Dedé comentou sobre o estado do gramado e como a chuva atrapalhava o desempenho em campo. 

“Estava ruim, no finalzinho melhorou o gramado. Estamos jogando na precaução da bola não parar, como no começo parou (nas poças d’água). Vamos conversar para manter essa velocidade pelos lados no segundo tempo, estamos bem no jogo, tivemos chances no gol adversário. Agora é aprimorar o segundo passe a finalização melhor”, disse o zagueiro estrelado. 

O atacante Marcelo Toscano, do América, também falou sobre as condições do tapete verde. “O campo está legal, a bola está rolando bem. Falta acertar o último passe, ter um pouco mais de calma, para chegarmos ao gol”, analisou.

Já no fim do primeiro tempo a condição do gramado era bem melhor do que quando o árbitro Ronei Cândido Alves autorizou o início da partida. Na etapa complementar a drenagem, mesmo com a garoa que caia no Horto, funcionou plenamente.

O que não funcionou como deveria foram os setores ofensivos de América e Cruzeiro. Ambas as equipes ficaram apenas no quase. 

No primeiro minuto do segundo tempo o meia Rodriguinho assustou após cobrança de escanteio executada por Robinho, e “casquilhada” de Raniel de cabeça. O camisa 23 tentou, mas não conseguiu balanças a rede por muito pouco. 

O América também teve uma boa chance aos 43, quando Marcelo Toscano chutou forte, obrigando Fábio a fazer boa defesa. Mas o jogo ficou empatado: 0 a 0. 

AMÉRICA 0 X 0 CRUZEIRO

Motivo: 7ª rodada do Campeonato Mineiro

Local: Estádio Independência, em BH

Árbitro: Ronei Cândido Alves

Auxiliares:  Magno Arantes Lira e Marcyano da Silva Vicente

Cartão amarelo: Diego Jussane, Juninho, Zé Ricardo, Jonatas Belusso (AME); Rafinha, Ariel Cabral, Raniel, Egídio, Dedé (CRU)

Cartão vermelho: Não houve

Público: 6.620

Renda: R$ 76.563,00

AMÉRICA – Fernando Leal; Leandro Silva, Paulão, Diego Jussane e João Paulo; Zé Ricardo, Juninho e Matheuzinho (França); Neto Berola (Felipe Azevedo), Marcelo Toscano e Júnior Viçosa (Jonatas Belusso). Técnico: Givanildo Oliveira.

CRUZEIRO – Fábio; Edílson, Léo, Dedé e Egídio; Henrique e Lucas Silva (Ariel Cabral); Marquinhos Gabriel (Marquinhos Gabriel), Rodriguinho e Robinho; Raniel (Sassá). Técnico: Mano Menezes. 

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