sábado, 19 outubro 2019
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Alvo de agressão, Edilson deprecia rival Otero: 'Seleção Venezuelana… Não é p. nenhuma'

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O título do Cruzeiro superando uma vantagem do Atlético construída no jogo de ida será lembrado por um lance em especial no jogo de volta, no qual a Raposa venceu por 2 a 0: a expulsão de Otero. Protagonista do lance e vítima de agressão, o lateral Edilson falou sobre o assunto após o confronto contra o Galo.

O camisa 22 celeste, que levantou o pé na jogada em que foi acertado por uma cotovelada do meia-atacante rival (e inclusive faz menção de socá-lo como revide) adotou um discurso no qual desqualifica o jogador, citando o fato de ele ser da Seleção Venezuelana para tal.

“Com todos os meus adversários eu chego firme e vai ser assim. Quem é Otero… Otero… Seleção Venezuelana…Não é porra nenhuma”, disse Edilson, ao programa Troca de Passes, do SporTV.

Expulso do clássico apenas com 21 minutos de bola rolando, quando o Cruzeiro já vencia por 1 a 0, Otero foi fiel da balança no jogo de ida, com três assistências, mas virou vilão atleticano. O próprio presidente do clube alvinegro, Sette Câmara, afirmou que a final acabou para o Galo no cartão vermelho do venezuelano.

Ele havia feito uma cena inusitada de de provocação contra o meia Robinho no jogo de ida, que foi rebatida de forma irônica pelos cruzeirenses, num tom de “cantar vitória antes da hora”. No Independência, Otero sofreu falta de Robinho. Caído, primeiro ficou de joelhos, e seu rosto na altura das nádegas do camisa 19. Ele, então, em forma fez um gesto com a mão como se estivesse afastando um odor do nariz. 

A peleja entre Otero e Edilson era antiga, datada do primeiro encontro entre ambos, no clássico da primeira fase. Naquela vitória celeste por 1 a 0, lateral e ponta se estranharam no primeiro tempo, e ambos foram amarelados. No segundo tempo, Otero driblou o adversário e sofreu falta. Expulsão de Edilson. 

O “troco” foi na final do estadual, que valeu título para a Raposa. Vale ressaltar que antes mesmo de Edilson deixar o pé alto e Otero desferir a cotovelada, ambos já começaram o clássico em novo lance de desentendimento. O camisa 11 se atirou em jogada no qual o árbitro não marcou falta. Edilson se virou para Otero e mandou ele se levantar.

“Temos que pensar no meu time, meu time é bom pra caramba. Meu time vai conquistar bastante títulos esse ano. Conquistamos o primeiro que era importante, é difícil. Não fizemos nada de anormal, só que vinhamos fazendo durante o campeonato. Fomos a melhor defesa, o melhor ataque. Estamos de parabéns”, completou Edilson.

 

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