quinta-feira, 21 fevereiro 2019
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Volta da Libertadores: Horto ‘enclausurado’, sem foguete, velha briga do América e drama – Esportes

Em busca da glória eterna. Esse é o lema da Copa Libertadores, estampado em um arco publicitário no meio de campo, enquanto a bola não rola no gramado. No Estádio Independência, na noite de terça-feira, o torneio voltava pra casa do Atlético. Apesar da vitória suada, nem tudo foram flores. Novos e velhos problemas apareceram depois de o Horto não figurar na competição em 2018.

O primeiro deles foi logo visto, ou melhor, não visto no início da preparação do campo para receber Atlético e Danubio. O artigo 183 do regulamento da Libertadores não permite que seja exposta marcas e símbolos de equipes que não estão classificadas ao torneio. Só que o Raimundo Sampaio é verde e branco do América da cabeças aos pés. Vieram novamente os panos pretos a mando da Conmebol para excluir as referências americanas do jogo.

O América, como dono do estádio, ‘já havia ligado várias vezes’ para reclamar da LuArenas, consórcio que administra o Independência. As aspas são declaração de uma fonte ouvida pela reportagem, que trabalha na antiga BWA. Só que o Coelho iria a público tornar a reclamação algo formal. “Cabe ressaltar que, na semana passada, foi encaminhado ao América um ofício do Governo de Minas e da administradora da Arena Independência garantindo o cumprimento do contrato e a preservação da identidade visual do América no estádio. O Clube Atlético Mineiro, mandante da partida desta terça-feira, 12/2/2019, ciente do ofício, demonstrou estar de acordo com os termos acima”, afirmava parte do comunicado oficial do América.

Fato é que, antes de a bola rolar, os escudos, palavras e marcas do clube alviverde foram novamente destampados, assim como já havia acontecido em outras ocasiões em que o Atlético mandou jogos de Libertadores no Horto. Tudo resolvido, com o mesmo mecanismo tortuoso de sempre.

Algo diferente do usual foi a entrada em campo do Atlético. Normalmente, em jogos de grande entusiasmo e expectativa, são soltos fogos de artifício no Independência pra chegada dos jogadores ao gramado. Desta vez, um silêncio acompanhado pelo ‘1 minuto de silêncio’ antes do apito inicial, em homenagem às vítimas do incêndio no CT do Flamengo.

A Conmebol, por outro lado, foi bastante ‘barulhenta’ em outro quesito nunca visto no Horto. Por se tratar de um estádio com arquitetura singular, na qual há apenas três lances de arquibancada em torno dos quatro lados do campo, a sala de imprensa é localizada entre os dois vestiários. Ela ficou como território proibido para os profissionais jornalistas escalados para cobrir o evento. A região só foi liberada após o término da partida, então a mídia pôde acompanhar as coletivas de Adilson e Levir Culpi, além de entrevistar os jogadores que passavam na zona mista improvisada. 


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