terça-feira, 21 maio 2019
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Sete Lagoas – Condomínio dos horrores

Sete Lagoas – Condomínio dos horrores

Batizei a atual gestão da cidade [de Sete Lagoas] de “Condomínio dos Horrores”.

O condomínio se instala quando a mesma coisa pertence a um conjunto limitado de pessoas e por isso é administrado por um síndico.

Sete Lagoas se tornou esse condomínio desde o momento que pessoas se uniram para vencer a eleição de 2016 com o intuito de promoverem a satisfação dos seus próprios interesses.

Ao suprir o apetite mesquinho de alguns, o cidadão e o Servidor Público Municipal foi aplacado pelo forte sentimento de aversão, de repulsa e de incômodo, gerado pela percepção de algo ameaçador e que fere sua existência, ao qual conhecemos como Horror.

O Cidadão vive o horror de uma cidade com suas vias urbanas deterioradas, com as pessoas cada vez mais pobres e sofridas sem a devida atenção do Poder Público. O Servidor Público Municipal vive o horror de não ter seus salários em dia, alguns em situação tão crítica que falta o pão de cada dia.

O “Condomínio dos Horrores” é caracterizado pelo Séquito da Parentela e dos “Amigos”, que viraram as costas para a Cidade e seus Cidadãos que são vocacionados para uma felicidade voltada para o alto.

O Prefeito, às vésperas do seu afastamento, não aguentou a pressão e renunciou ao cargo. O Vice, do alto da sua arrogância julga ter a bala de prata para se manter Prefeito. Ele, o ex-Vice, foi cassado em 2ª Instãncia e deverá ser afastados tão logo se conclua o processo no TRE/MG hoje às 17h.

Até a realização da eleição extemporânea haverá uma interinidade no comando da cidade a ser exercida pelo Presidente da Câmara Municipal.

Nunca é demais lembrar que o nobre Vereador e seus Pares, em sua maioria, foram fiadores dessa “Turma do Respeito”, que revelou-se o verdadeiro “Condomínio dos Horrores.” Que ele, com seu discernimento, consiga conduzir a cidade de forma tal que garanta ao futuro eleito a tranquilidade para o exercício do restante do mandato.

A Câmara precisa cessar imediatamente a relação de horrores que estabelece com o executivo, num toma lá dá cá sem fim.

É preciso reinventar a Gestão Pública, colocar em prática Boas Políticas Governamentais, recuperar a cidade e suas finanças.

Com o fim do “Condominio dos Horrores” é preciso ter paixão, senso de proporção e responsabilidade para se construir enfim uma Cidade da Felicidade.

Cidadãos vocacionados para essa empreitada não faltam.

Texto de Ênio Eduardo Pereira da Silva Tão.
Imagem do filme Casa dos Horrores.

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