quarta-feira, 8 abril 2020
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Furacão Florence ameaça provocar inundações “catastróficas” nos EUA | Internacional

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O furacão Florence continua ganhando força. Enquanto se aproxima velozmente da Costa Leste dos Estados Unidos, ameaça provocar inundações “catastróficas”, segundo as autoridades. O ciclone, na categoria 4 de uma escala até 5, chegará ao continente nesta quinta-feira, afetando principalmente a Carolina do Norte, a Carolina do Sul e a Virgínia. As autoridades ordenaram a retirada de 1,5 milhão de moradores de áreas de risco nos três Estados, que declararam estado de emergência, assim como Maryland e Washington. Os especialistas advertem que a tempestade tropical será “extremamente perigosa” quando açoitar a costa sudeste do país. O presidente Donald Trump, por sua vez, afirmou que a Administração federal está “totalmente preparada” para reagir.

Com ventos de até 215 quilômetros por hora, o furacão Florence pode alcançar o topo da escala Saffir-Simpson. O ciclone só deverá perder força depois que chegar à fronteira entre as Carolinas do Norte e do Sul. “Esta tempestade vai impactar [os EUA] de maneira direta”, alertou na terça-feira Jeff Byard, da Agência Federal para a Gestão de Emergências (FEMA), referindo-se à previsão de danos maciços, inundações e interrupções de energia. Byard insistiu aos moradores que deixem suas casas para evitar as consequências da “tormenta mais forte em décadas” nesta região do país. Trump, na mesma linha, usou o Twitter para se dirigir logo cedo aos possíveis afetados: “Estejam preparados, tomem cuidado e fiquem a salvo!”, escreveu.

Byard e a secretária de Segurança Doméstica, Kirstjen Nielsen, estiveram nesta terça na Casa Branca para informar o mandatário sobre a aproximação do furacão. Depois da reunião, o republicano afirmou que a tempestade será “tremendamente grande e tremendamente molhada, uma tremenda quantidade de água”. “A segurança dos norte-americanos é minha máxima prioridade. Não poupamos gastos”, acrescentou o presidente, que autorizou a decretação do estado de emergência em cinco Estados, o que permite liberar recursos federais. Trump aproveitou para destacar a reação do seu Governo ao furacão María, que atingiu Porto Rico —um território norte-americano— há pouco menos de um ano. Qualificou a atuação das autoridades como “um incrível sucesso não reconhecido”, embora as cifras de mortos revistas pelas autoridades da ilha cheguem a quase 3.000.

Segundo a trajetória prevista, o olho do Florence se moverá pelo sudoeste do Atlântico, entre Bermuda e as Bahamas, até esta quarta-feira, e então se aproximará da costa da Carolina do Norte e do Sul entre quinta e sexta. Os especialistas do Centro Nacional de Furacões (NHC, na sigla em inglês) preveem que o ciclone se intensificará ainda mais nas próximas 24 horas e se manterá como um furacão “extremamente perigoso”. “O tamanho do Florence é assombroso”, advertiu o diretor do NHC, Ken Graham, acrescentando que “poderia facilmente cobrir de nuvens vários Estados. Isto não é só um evento costeiro”, observou. Byard anteviu “uma recuperação de longo prazo”. “Não será uma tempestade da qual nos recuperemos em poucos dias”, alertou.

A ameaça de inundações no interior se estenderá até na próxima semana em algumas zonas do Tennessee, Geórgia, Virgínia Ocidental, Ohio, Pensilvânia, além dos Estados já mencionados. Trump disse que esteve em contato com os respectivos governadores e que “o Governo federal está preparado para auxiliar”. “O furacão Florence tem potencial para causar inundações catastróficas, especialmente nas zonas costeiras”, lamentou Ralph Northam, governador da Virgínia, nesta terça-feira. A costa da Carolina do Norte já apresenta fortes marés, correntes e ondas. “Todos devem ficar atentos ao Florence e se preparar para seu impacto mais à frente nesta semana”, advertiu Roy Cooper, o governador do Estado, nesta segunda. “Não queremos arriscar uma só vida na Carolina do Sul”, disse seu homólogo da Carolina do Sul, Henry McMaster.

Ralph Northam, governador da Virgínia, qualificou o furacão como “o mais importante em décadas” para o Estado, alertando para o risco de “inundações catastróficas, fortes ventos e possivelmente amplos cortes de energia”. “A maior ameaça dos furacões não são os ventos fortes; as inundações são a consequência mais mortífera dessas tempestades”, acrescentou.

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