terça-feira, 17 setembro 2019
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Aposta no retrospecto – Esporte

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O pênalti cobrado por Riascos e defendido por Victor, aos 48 minutos do segundo tempo, no empate por 1 a 1 entre Atlético e Tijuana, do México, no Independência, na volta das quartas da Libertadores de 2013, se transformou no grande lance daquela conquista alvinegra. Fez do goleiro um “santo” alvinegro, colocou o atacante colombiano para sempre na memória atleticana e, por incrível que pareça, tem relação direta com a partida de hoje à noite, quando o Galo decide diante do Defensor Sporting, do Uruguai, uma vaga na fase de grupos da edição de 2019.

Com a vantagem de ter vencido a ida da terceira fase, semana passada, em Montevidéu, por 2 a 0, o Atlético joga no Horto podendo até perder por um gol de diferença.

Mas os comandados de Levir Culpi brigam por algo mais além da classificação ao Grupo E. Isso porque o Galo defende uma invencibilidade eterna em partidas de mata-mata de Libertadores em que foi mandante. 

Essa história começa em 2000, pois nas três participações alvinegras no torneio no milênio passado, o time caiu na fase de grupos em 1972 e 1981, e na edição de 1978 chegou às semifinais, que eram disputadas logo após a fase de grupos e no formato de triangulares em ida e volta.

A partir de 2000, o jogo desta noite será o 13º do Atlético, por mata-mata da Libertadores, em Belo Horizonte, com sete vitórias e cinco empates.

Nos 12 confrontos anteriores, o Galo levou a melhor sete vezes, sendo quatro delas na campanha vitoriosa de 2013. Das cinco eliminações, três aconteceram na capital mineira, diante de Atlético Nacional (2014), São Paulo (2016) e Jorge Wilstermann (2017), mas nunca com derrotas. 

 

PERSONAGENS 

Além de Victor, há outro jogador do grupo atleticano que tem responsabilidade direta nessa invencibilidade em mata-matas de Copa Libertadores. É o zagueiro Leonardo Silva, que nas oitavas de 2015 empatou, de cabeça, aos 45 minutos do segundo tempo, uma partida em que o Atlético era derrotado por 2 a 1 pelo Internacional.

O técnico Levir Culpi também faz parte dessa história, mas de forma negativa. A primeira eliminação alvinegra da Libertadores, num mata-mata, em Belo Horizonte, foi com ele no comando, no empate por 1 a 1 com o Atlético Nacional, na volta pelas oitavas de 2014, ano seguinte ao título alvinegro no torneio.

Ele tinha acabado de assumir o time após a demissão de Paulo Autuori, que perdeu o jogo de ida, em Medellín, por 1 a 0.

Agora, a situação é diferente. Levir já tem quatro meses de trabalho na Cidade do Galo. E encara o Defensor Sporting tentando alcançar o segundo objetivo que lhe foi imposto.

O primeiro foi levar o Atlético à Copa Libertadores de 2019, via Brasileirão, e ele conseguiu. Agora está próximo de colocar o time na fase de grupos da competição. Uma missão, que se depender do retrospecto, será cumprida.

 

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